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20/09/2011

Novas regras para cursos de Especialização

 
 
Ministério estabelece novas regras para cursos de especialização O Ministério da Educação define novas regras para a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu. O parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo ministro em exercício, José Henrique Paim, no dia 1º de agosto, extingue o credenciamento especial de instituições não educacionais – conselhos de classe, sindicatos, organizações profissionais – para a oferta de cursos de especialização (pós-graduação lato sensu).  
 
Essas instituições poderão continuar a oferecer os cursos que serão considerados livres ou poderão ser credenciados na modalidade strictu sensu, como mestrado profissional, sujeitos à regulamentação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). 
 
A exceção serão as escolas de governo, criadas e mantidas pelo poder público, que poderão oferecer cursos de pós-graduação lato sensu, independente de credenciamento especial do MEC.  
 
Até agora, cerca de 100 instituições possuíam o credenciamento especial. Aos estudantes matriculados até 31 de julho de 2011, será assegurado o direito ao certificado do curso como pós-graduação. Ao todo, há cerca de 400 processos entre credenciamento e recredenciamento de instituições, que a partir de agora serão arquivados.  
 
As novas regras para a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu serão publicadas nesta sexta-feira, 5, no Diário Oficial da União.
 
 
Maiores Informações Em:




04/09/2011

Ensino a Distância



“Ensino a distância contorna falta de tempo e agrega VALOR na carreira profissional
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:41 hs.

15/08/2011 - 

De um lado as empresas querem profissionais qualificados, que possuam no currículo cursos de extensão, especialização e pós-graduação. De outro, os profissionais precisam trabalhar e nem sempre possuem tempo suficiente para se deslocar até as escolas enfrentando, por exemplo, o trânsito intenso das grandes capitais.Juntando a necessidade de estudar com as dificuldades em frequentar os centros de ensino, uma das respostas que surge é a modalidade de ensino EAD (Ensino a Distância). No entanto, mesmo se apresentando como uma opção para enfrentar os problemas inerentes às sociedades dinâmicas, ainda existem dúvidas e insegurança quando o assunto é novas formas de ensino, em especial, o realizado de forma não presencial. Segundo a associada e colaboradora da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), professora Consuelo Fernandes, “a insegurança que a sociedade ainda tem frente aos cursos a distância reflete a nossa própria história, que é uma história de ensino presencial. Muitos ainda têm a idéia de que só é possível aprender se alguém - um professor - estiver controlando e ensinando o aluno diretamente”. É possível perceber, portanto, que o receio está mais ligado à dificuldade da sociedade em aceitar os avanços tecnológicos do que com a real eficácia do modelo. Mesmo assim, os benefícios já estão sendo confirmados, as vantagens são claramente perceptíveis e quem tiver vontade e disposição a sugestão é que se invista, sim, no ensino a distância......A visão das empresas:

Caso tenha realizado um curso a distância e esteja se perguntando se deve ou não colocar essa informação no currículo, de acordo com o gerente de relacionamento da FocoTalentos, Gustavo Nascimento, a sugestão é que adicione, sim, essa informação. “É importante que o candidato já inicie sua relação com o empregador da forma mais clara e transparente possível. As empresas não fazem diferenciação entre aqueles que realizaram cursos a distância ou presenciais”, pondera Nascimento.
De fato, quando o curso que se pretende fazer é uma graduação, pode ser mais interessante optar pela modalidade presencial, devido a outros motivos que vão além do simples aprendizado. No entanto, com relação aos cursos de extensão, especialização e pós-graduação, que são foco do público mais experiente e maduro, optar pela modalidade a distância é favorável.

Nascimento ainda observa que, no máximo, o candidato será questionado, durante o processo seletivo, sobre as razões que o levaram a optar pelos cursos não presenciais. Frisar seu interesse em desenvolver sua carreira e aumentar seus conhecimentos é sempre recomendado.

Principais cuidados

Quando o profissional entende os benefícios e decide ingressar em um dos diversos cursos a distância é importante prestar atenção em alguns fatores. Em primeiro lugar, em casos de cursos de graduação e pós-graduação (Lato Sensu), é importante verificar junto ao MEC se o curso está autorizado. A pesquisa é simples e pode ser feita no próprio site do ministério. Nenhum curso a distância, reconhecido pelo MEC, é 100% não presencial. Será preciso que o aluno se desloque, em determinados momentos do curso, até a instituição de ensino, seja para realizar provas ou apenas para se reunir com o professor e com o grupo. O MEC também exige que, para uma escola oferecer um curso a distância, ela deve obrigatoriamente já ofertar esse mesmo curso na modalidade presencial.Outra recomendação antes de se matricular é optar por escolas renomadas, que possuem certa tradição no mercado. Caso o interessado fique na dúvida quanto à real integridade do curso, a sugestão é entrar em contato com pessoas que já finalizaram o curso em questão. Também é interessante se certificar que existe uma proposta de interatividade, ou seja, se o aluno poderá conversar com o professor, tirar dúvidas e entrar em contato com o grupo. Para não perder tempo e garantir que o dinheiro será bem investido, esqueça a lógica de que cursos a distância devem ser de baixíssimo custo. Manter professores, estruturar projetos pedagógicos eficientes e úteis, que realmente vão ajudar no desenvolvimento da sua carreira, não é uma tarefa barata. Apesar de não haver todo o aparato físico, como no caso dos cursos presenciais, um ensino a distância eficiente requer muitas ferramentas que não são baratas, a exemplo de softwares e o demais aparatos tecnológicos. Portanto, é preciso ter cuidado com cursos muito baratos.Educação a distância corporativa Os profissionais estão observando que as empresas já vêm investindo cada vez mais no sentido de oferecer cursos a distância aos seus colaboradores. Um caso que é possível citar como exemplo é o da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), conforme comenta a gerente de projetos especiais da Dtcom, empresa focada em educação e comunicação corporativa, Luciana Precaro. Visando aumentar a comunicação entre os colaboradores, reduzir custos com viagens e aumentar o número de programas de treinamento e desenvolvimento alinhado às estratégias empresariais, a Fenabrave adquiriu programas via satélite oferecidos pela Dtcom. “Com os cursos a distância é possível fazer com que todos os colaboradores possam ter contato com as práticas dos melhores profissionais’, comenta Luciana. Luciana ainda ressalta que as avaliações mostraram que os profissionais se mostram motivados quando assunto é treinamento a distância, pois percebem que está sendo feito um investimento para o desenvolvimento de suas carreiras.“


Maiores Informações Em:


15/08/2011

Monografia - Parte 6 - Defesa da Monografia




Defesa da Monografia

É isso aí pessoal, chegamos à fase final de um projeto de monografia e talvez uma das mais importantes, é aqui que tudo é esclarecido.

Quando eu desenvolvi a minha, eu pensava que nesta fase eu deveria apresentar a monografia, ou melhor, um resumo dela. Mas a defesa da monografia não é feita desta forma e eu tive que repensar algumas coisas do projeto.

Nesta etapa, deve ser apresentado a forma como o projeto foi elaborado e desenvolvido. 

Então vamos lá...


Aspectos que devem ser considerados na apresentação da Monografia:
  • Quanto à apresentação dos slides e seu formato, sugere-se que a cor do plano de fundo do mesmo privilegia a praticidade;
  • Tota a elaboração da apresentação deve ser acompanhada pelo orientador;
  • Os slides não devem ser além de 30 (sugere-se que fiquem em torno de 20), pois caso contrário não se terá tempo hábil para a apresentação, a qual não poderá exceder aos 20 minutos. Porém estes parâmetros devem ser informados pela instituição de ensino. Algumas delemitam as apresentações em 10 slides com um total de 10 minutos para apresentação.
  • Nos textos sugere-se o uso de tópicos, que devem ser escritos em letra tamanho mínimo 24, mas sugere-se que se use tamanho 28;
  • Apresentar não significa ler, e sim expor de forma didática e sinté-tica o que está na apresentação, ou seja, usa-se os tópicos da apresentação como referência e argumenta-se sobre os mesmos, para tal é necessário treinar a apresentação e ter o domínio da mesma;
  • Deve-se atentar para a hierarquia (grau de importância) dos itens da apresentação, assim deve-se deter mais nos itens mais importantes, e passar mais rápido pelos de menor importância;
  • Não se esqueça que a apresentação é parte importante da defesa da Monografia, e ela poderá aprová-lo ou reprová-lo.


Estrutura da Apresentação
  • Introdução
  • Contextualização da Pesquisa
  • Revisão Bibliográfica
  • Metodologia da Pesquisa
  • Apresentação e Análise dos Resultados
  • Considerações Finais da Pesquisa


Introdução

Neste item devem ser expostos:
  • O assunto/tema da pesquisa,
  • Síntese didática das idéias e do conteúdo tratado no estudo, e sua relação com outros estudos realizados sobre o mesmo assunto.
    • Este item não deve ser superior a duas páginas, mas sugere-se fortemente em uma página, e preferencialmente feito sob a forma de texto com negrito nos itens a serem destacados.


Contextualização da Pesquisa

  • Questão Central da Pesquisa: O que o presente estudo se propõe a identificar ? Apresentar a questão norteadora da pesquisa – o problema de pesquisa. 
    • Este item não deve ser superior a uma página, e todo o texto deve ser com negrito.
    • Sugere-se apresentar abaixo do Problema, a Hipótese básica central da Pesquisa.
  • Problematização do Tema: Neste item devem ser expostos: Os elementos teóricos e práticos que levaram a ver a necessidade de que tal assunto/tema da pesquisa fosse aprofundado à medida que se viu a necessidade de maiores esclarecimentos, ou melhores explicações sobre determinadas aplicações.
    •  Este item não deve ser superior a duas páginas, mas sugere-se fortemente em uma página, preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


Hipóteses da Pesquisa

Deve-se apresentar as hipóteses da pesquisa caso existam.
  • Deve-se procurar apresentar todos as hipóteses em uma página apenas, para que seja mais fácil se ver a relação entre elas, caso sejam muitas usar no máximo mais uma página, e todo o texto deve ser com negrito e enumerado quando mais do que um item: a);b)... ou 1); 2)...


    Objetivo Geral da Pesquisa

    Deve-se apresentar o objetivo geral da pesquisa.

    • Este item não deve ser superior a uma página e todo o texto deve ser em negrito. Sugere-se apresentar também na mesma página os objetivos específicos.


      Objetivos Específicos da Pesquisa

      Deve-se apresentar os objetivos específicos da pesquisa. 

      • Deve-se procurar apresentar todos os objetivos específicos em uma página apenas, para que seja mais fácil se ver a relação entre eles, caso sejam muitos extensos usar no máximo mais uma página, e todo o texto deve ser em negrito e enumerado: a);b)... ou 1);2)...


      Justificativa da Pesquisa

      Neste item devem ser expostos sucintamente as razões de ordem teórica e dos motivos de ordem prática que tornam importante a realização da pesquisa, e enfatizando: 

      • As contribuições teóricas que a pesquisa pode trazer;
      • A importância do tema do ponto de vista geral, e para os casos particulares em questão: social, científico, acadêmico e pessoal; 
      • A possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade pelo estudo proposto; 
      • A descoberta de soluções para casos gerais e/ou particulares, etc.
        • Este item não deve ser superior a duas páginas,  preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


      Limitações da Pesquisa

      Deve-se apresentar as limitações da pesquisa caso existam limitaçoes relevantes a serem destacadas. Este item não deve ser superior a uma página, preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


      Revisão Bibliográfica

      Neste item devem ser apresentados de forma didática e sintética:
      • Os temas/conceitos e os respectivos autores defensores, a fim de fundamentar teórica e conceitualmente a pesquisa. Sugere-se usar o modelo da tabela a seguir para este tópico.
      • Os pontos fundamentais defendidos sobre os temas centrais tratados na pesquisa, para que se possa através da reunião destes pontos se analisar e discutir as bases nas quais a pesquisa se sustenta. Não deve ser usado mais do que uma página por tema, sugere-se fortemente se fazer mais de um topico por página, e preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


      Temas Centrais da Pesquisa

      Modelos Revisados: Autores/Defensores


      Metodologia da Pesquisa

      Neste item devem ser apresentados de forma didática e sintética: 
      • O método de abordagem. 
      • Os métodos de procedimentos. 
      • As técnicas, procedimentos e instrumentos de coleta e sistematização dos dado. 
        • Os itens 1 e 2 podem ficar juntos na mesma página sob a forma de tópicos, para o item 3 sugere-se usar o modelo da tabela a seguir para este tópico.


      Etapas da Pesquisa, Técnicas de Pesquisa e Procedimentos e Instrumentos de coleta e sistematização dos dados.

      • Fase I 
        • Pesquisa Bibliográfica
        • Análise Documental & Documentação Indireta
          • Leituras (de livros, revistas cientificas, jornais e newsletters), pesquisa na Internet, fichamentos, sistematizações, anotações/relatórios (em simpósios, seminários, anais, palestras e aulas) e discussões (grupo de estudo IGTI e aulas). Material este que foi selecionado, fichado e depois consolidado segundo critérios do autor.
      • Fase II Pesquisa Exploratória
        • Análise Documental & Documentação Indireta 
          • Leituras (de livros, revistas cientificas, jornais e newsletters), pesquisa na Internet, fichamentos, sistematizações, anotações/relatórios (em simpósios, seminários, anais, palestras e aulas) e discussões (grupo de estudo IGTI e aulas). Material este que foi selecionado, fichado e depois consolidado segundo critérios do autor.
      • Fase III Pesquisa Descritiva
        • Quantitativa
        • Análise Documental & Documentação Indireta
          • Leituras (de livros, revistas cientificas, jornais e newsletters), pesquisa na Internet, fichamentos, sistematizações, anotações/relatórios (em simpósios, seminários, anais, palestras e aulas) e discussões (grupo de estudo IGTI e aulas). Material este que foi selecionado, fichado e depois consolidado segundo critérios do autor.
      • Fase IV Pesquisa Descritiva 
        • Qualitativa
        • Análise Documental & Documentação Direta
          • Leituras (de livros, revistas cientificas, jornais e newsletters), pesquisa na Internet, fichamentos, sistematizações, anotações/ relatórios (em simpósios, seminários, anais, palestras e aulas) e discussões (grupo de estudo IGTI e aulas). Material este que foi selecionado, fichado e depois consolidado segundo critérios do autor.


      Apresentação e Análise dos Resultados

      Neste item devem ser apresentados de forma didática e sintética: 
      • Os dados e resultados alcançados na pesquisa;
      • Relacionar, comparar e confrontar os dados e resultados alcançados com pesquisa a fim de estabelecer se os objetivos foram alcançados (e confirmar ou rejeitar a(s) hipótese(s) caso existam) a fim de fornecer a resposta ao problema proposto na investigação. 
        • Este item não deve ser superior a sete páginas, preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


      Considerações Finais da Pesquisa

      Neste item devem ser apresentados de forma didática e sintética:
      • As deduções retiradas dos resultados, dando um fechamento ao trabalho, em que deve-se:
        • Evidenciar as conquistas alcançadas com o estudo; 
        • Indicar as limitações e as reconsiderações sobre novas pesquisas a partir do estudo; 
        • Apontar a relação entre os fatos verificados e a teoria; 
        • Relacionar os resultados e dados obtidos com o problema, os objetivos e as hipóteses enunciadas.
          • Este item não deve ser superior a três páginas, preferencialmente feito sob a forma de tópicos.


      Encerramento

      Esta etapa/item é o fechamento da apresentação, onde: 
      • Deve-se agradecer (não é necessário se escrever, pode-se usar uma imagem ou foto harmoniosa e falar livremente) de forma sucinta e respeitosa a atenção dos membros da banca e do público; 
      • Pode-se deixar uma mensagem, e/ou pensamento, que tenha relação com o que o estudo proposto, ou com o lema que pretende buscar seguir na sua nova profissão. (Este item deve preferencialmente ficar em uma página, e não deve ser superior a duas páginas).


      É isto pessoal ... espero que tenham gostado...

      Qualquer dúvida entrem em contato...





      03/08/2011

      Monografia - Parte 5 - Normas Técnicas ABNT




      Normas Técnicas da ABNT

      Formatação geral 

      • Tipo do papel:  O papel a ser utilizado é o formato A-4 (21,0 X 29,7 cm), com alinhamento justificado.
      • Margem: Superior e Esquerda: 3 cm; Inferior e Direita: 2 cm 
      • Espaçamento: Texto normal: usar entrelinhas com espaço 1,5 (um e meio); Resumo, notas de rodapé, notas explicativas, tabelas e quadro e nas referências, usa-se o espaço simples 1,0 (um); Transcrições longas (citações diretas com mais de três linhas): espaço simples 1,0 (um) e recuo de 4 cm a partir da margem esquerda; Parágrafos: 1 “enter” de espaço entre os parágrafos e sem recuo; Títulos das seções: separadas do texto por 2 “enter”, sendo 3 “enter” o espaço do texto para o título seguinte. 
      • Tipo e tamanho das fontes: Texto: Arial 12; Título de capítulos e subdivisões no texto: Arial 14; Transcrições longas (citações diretas com mais de 3 linhas): Arial 10; Tabelas, Quadros, Gráficos e Figuras – Título, Fonte e Conteúdo: Arial 10; Notas de Rodapé: Arial 10.  
      • Paginação: Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é evidenciada a partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha. 
      • Numeração Progressiva dos Capítulos e Divisões: Nas várias seções do texto deve-se usar a numeração progressiva com a finalidade de evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, hierarquizando-o. Tanto no sumário como no desenvolvimento do texto, os títulos das seções são grafados de forma diferenciada, destacando-os gradativamente, conforme segue: Título de 1º nível (capítulo): em letras maiúsculas e em negrito; Título de 2º nível: em letras maiúsculas, sem negrito; Título de 3º nível: em letras minúsculas e a inicial da primeira palavra em maiúscula, em negrito; Título de 4º nível: em letras minúsculas e a inicial da primeira palavra em maiúscula, sem negrito. A numeração indicativa será de acordo com o nível da seção e precede o título, alinhado à margem esquerda. Atenção! O tamanho da fonte dos títulos é de 14 quando aparecem no desenvolvimento do texto. Já no Sumário, a fonte deve ser em tamanho 12; No desenvolvimento do texto, os títulos da cada capítulo (1º nível) devem iniciar-se em folha distinta, uma vez que se referem às principais divisões de um texto. 
      • Citações: É a transcrição ou reprodução de ideias colhidas de outras fontes (bibliográficas ou documentais). Nas citações o autor poderá ser referenciado dentro e fora dos parênteses. Quando referenciado fora de parênteses, deve ser grafado com a primeira letra em maiúsculo. Porém, quando referenciado entre os parênteses, deve ser grafado com todas as letras em maiúsculo. Existem 3 tipos de citações nos trabalhos monográficos:
        • Citação direta: ocorre quando é feita a transcrição literal de palavras ou trechos dos autores (cópia fiel em redação, ortografia e pontuação). A citação de até 3 linhas deve vir inserida no texto, entre aspas. Quando se tratar de citação direta longa (com mais de 3 linhas), o trecho transcrito deverá aparecer como um parágrafo isolado, destacado com um recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra tamanho 10, com espaçamento simples entre as linhas e sem  aspas.
        • Citação indireta: É quando ocorre a reprodução das ideias do autor consultado, traduzindo-as com as palavras do aluno / pesquisador.
        • Citação de citação: É a transcrição direta ou indireta de parte de um texto a partir de outra fonte, isto é, não se teve acesso ao autor original. Neste caso, cita-se primeiro o autor original, seguido da expressão apud e da referência do último sobrenome do autor, data e página da obra (em caso de citação direta) consultada. Deve-se evitar fazer a citação de citação, indo sempre que possível à obra original.
        • Citação de Materiais Retirados da Internet: Para textos consultados na internet, deve-se usar as mesmas regras estabelecidas para a citação de material bibliográfico impresso. Nas  referências é que serão indicadas as informações do endereço da página e a data de acesso.  No caso de não existir ano de publicação do documento, cita-se o ano de consulta on-line ao material. No caso de textos consultados na internet sem paginação, deve-se usar a expressão “np” (para designar documento não paginado) logo após o ano (ano de publicação ou ano de acesso ao documento).
      • Notas de rodapé: São usadas para complementar ou esclarecer informações que não foram incluídas no texto principal, evitando a interrupção em sua seqüência lógica. Por este motivo, o uso destas notas deve ser reduzido ao mínimo e seu tamanho pouco extenso. Deve ser observada as seguintes normas para seu uso:
        • Chamada numérica acima da linha do texto (número alto sobrescrito) em seqüência contínua de notas;
        • Localizar na margem inferior da mesma folha onde ocorre a chamada numérica;
        • Separar do texto por um traço contínuo de 3 cm; 
        • Digitar em espaço simples entrelinhas e fonte Arial 10.
      • Ilustrações: São consideradas ilustrações: gráficos, figuras, fluxogramas, fórmulas, quadros, tabelas.
        • Apresentação gráfica: As ilustrações devem ser apresentadas de forma clara e legível. Os títulos e legendas que acompanham as ilustrações devem ser nítidos. Serão indicados por um número arábico: (tabela 1) para tabelas e por (figura 1) para figuras.
        • Numeração: As ilustrações são numeradas com a série natural dos números arábicos inteiros, a partir de um (1) na ordem que aparecem no texto. 
        • Título: Toda ilustração deve ser mencionada no texto e possuir um título, colocado abaixo da mesma, com exceção da tabela.
        • Fonte: Deve ser indicada sempre a origem da ilustração: Autor (ano). No caso de elaboração própria, a fonte será: Elaboração própria (ano da criação). E em caso das informações serem oriundas da pesquisa de campo, a fonte deverá ser: Dados da pesquisa (ano de realização da pesquisa).
        • Localização: As ilustrações deverão ser localizadas preferencialmente, no próprio texto onde são referenciadas. Dependendo do volume de ilustrações a serem apresentadas, as mesmas poderão ser reunidas em um anexo. Deve-se deixar algum espaço entre a figura e o texto para separar os dois blocos de informação.
      • Tabelas: As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente e os quadros apresentam informações textuais agrupadas em colunas. Devem ser apresentados da seguinte forma (NBR 6029/1993 – ABNT):
        • numeração independente e consecutiva;
        • título colocado na parte superior, precedido da categoria e do número de ordem em algarismos arábicos;
        • título completo, claro e conciso;
        • não fechar com linhas verticais;
        • evitar linhas verticais para separar as colunas.

      Estrutura da Monografia


      As monografias elaboradas devem conter os seguintes elementos e obedecer à seguinte estrutura:
      • Elementos Pré-textuais: Capa (obrigatório), Folha de rosto (obrigatório), Folha de aprovação (obrigatório), Dedicatória (opcional), Agradecimentos (opcional), Epígrafe (opcional), Lista de ilustrações (obrigatório, se houver), Lista de abreviaturas e siglas (opcional), Resumo na língua vernácula (obrigatório), Sumário (obrigatório).
      • Textuais:  Introdução (obrigatório), Desenvolvimento (obrigatório), Conclusão (obrigatório).
      • Pós-Textuais: Referências (obrigatório), Anexos (opcional), Glossário (opcional)
       
      Continua...

      Maiores informações em:
      



        15/07/2011

        Monografia - Parte 4 - Desenvolvimento


        Desenvolvendo uma Monografia 

        Aprovado o Plano da Monografia, o aluno deve iniciar o seu desenvolvimento, sempre com a orientação do seu tutor e com cuidado, principalmente no que diz respeito ao cumprimento dos prazos estabelecidos pela instituição.

        O desenvolvimento da Monografia consiste na fundamentação lógica de um tema original cuja finalidade é expor, explicar, demonstrar as suas principais ideias, com objetividade, clareza e impessoalidade. De acordo com o tema, o desenvolvimento poderá ser dividido em partes (capítulos) conforme permite o assunto. O texto da monografia deve ter no mínimo 40 páginas e no máximo 65 páginas (somente na dissertação do tema, não contando capa, folha de rosto, etc), na formatação estipulada de acordo com as normas da ABNT. 

        1 - Estrutura de uma Monografia 

        Não existe uma divisão padronizada para a apresentação de uma monografia. No entanto, cabe ao aluno durante a construção de sua monografia definir o formato que mais resume as ideias pesquisadas. Por fim, sugere-se ao aluno pesquisador que organize a apresentação do conteúdo no menor número possível de partes e ainda, subdivida cada parte no menor número de elementos possível, evitando assim muitos títulos e pouco conteúdo. Segue abaixo um modelo básico de estrutura de Monografia. 


        1.1 - Elementos Pré-Textuais: São os elementos que antecedem o texto próprio da Monografia e constituem-se dos seguintes elementos:   Capa;Folha de rosto;Folha de aprovação;Folha de dedicatória (opcional);Folha de agradecimento (opcional);Folha de epígrafe (opcional);Lista de Ilustrações (opcional);Lista de abreviaturas e siglas (opcional);Resumo na língua pátria;Folha de sumário 


        1.2 - Elementos Textuais: É o próprio texto da Monografia e é formado pela Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. Abaixo estão algumas orientações sobre como estruturar uma Monografia. 
        • Introdução: Nesta parte da monografia deve ser definido de forma clara os seguintes pontos: 
          • Exposição do assunto: é a descrição do tema a ser tratado e a suacontextualização.
          • Problema de pesquisa: descrição do problema de pesquisa (ver orientaçõesdadas para o desenvolvimento do Plano de Monografia).
          • Justificativa para escolha do tema: explicar as razões de ordem teórica e os motivos de ordem prática que levaram o autor do trabalho a estudar tal tema específico e não outro qualquer, ou que torna importante a realização do mesmo. Portanto, deve-se mostrar a importância e a relevância do estudo deste tema para a ciência, para a sociedade e para o próprio autor do trabalho. Deve-se mostrar também qual a contribuição que o estudo realizadopretende proporcionar.
          • Objetivos geral e específicos: descrição dos objetivos da Monografia (ver orientações dadas para o desenvolvimento do Plano de Monografia).
          • Delimitação do trabalho: citar de modo claro, objetivo e preciso o tema do trabalho, indicando o ponto de vista sob o qual será enfocado no seu desenvolvimento. Na escolha do tema é necessário eleger uma parcela delimitada de um assunto, estabelecendo limites para o desenvolvimento da pesquisa pretendida. Ele deve ser suficientemente limitado para que seja realizável com os recursos e tempo disponíveis.
          • Metodologia de Pesquisa: deve apresentar o detalhamento de como foi realizada a pesquisa; esclarecer os caminhos seguidos para se chegar aos resultados pretendidos; esclarecer como foi selecionada a amostra, o percentual em relação à população estudada, os instrumentos de pesquisa utilizados (questionários, entrevistas, observações diretas, etc.), bem como, de que forma os dados foram tratados e analisados.
        • Fundamentação teórica: É a parte da monografia que descreve e discute a literatura existente e consultada sobre o tema proposto para a pesquisa, demonstrando o estágio de desenvolvimento do tema na atualidade. Estabelece o referencial teórico que dá suporte ao desenvolvimento do trabalho de pesquisa, com a indicação dos autores pesquisados. Assim, é necessário estabelecer as ligações entre a bibliografia consultada e a situação problema que o pesquisador pretende solucionar. É fundamental fazer citações e transcrições dos textos pesquisados.
        • Resultados da pesquisa de campo (se for o caso): É a parte da monografia que descreve a pesquisa empírica. Caso a Monografia envolva a pesquisa de uma realidade específica (uma organização, uma escola, uma cidade, um programa, pessoas, protótipos de tecnologias, etc.) deve-se nesta parte, descrever analiticamente os dados colhidos, analisando as informações obtidas através da pesquisa. É possível nesta fase contar com o apoio de recursos estatísticos e utilizar tabelas e gráficos baseados na tabulação dos dados. É importante estabelecer relações entre os dados obtidos, o problema de pesquisa e a fundamentação teórica.
        • Conclusão ou Considerações Finais: É a parte da monografia que apresenta de forma sintetizada os resultados obtidos com a pesquisa e se os objetivos estabelecidos foram atingidos. É importante ressaltar a contribuição da pesquisa para a ciência, a comunidade acadêmica, a sociedade e para o desenvolvimento da tecnologia. Por fim, apresenta as recomendações e sugestões finais.
        1.3 - Elementos Pós-Textuais: Nesta parte da monografia deve ser evidenciado os seguintes elementos: Referências, os Anexos (elemento opcional) e o Glossário (elemento opcional)
        • Referências: Elemento obrigatório. Consiste em uma lista, em ordem alfabética, das obras efetivamente pesquisadas e citadas no desenvolvimento da monografia. A lista não obedece a uma numeração, mas deve ser em ordem alfabética, em fonte Arial 12, e com o espaçamento simples entre linhas. Todas as referências devem ser alinhadas à esquerda da página. Nos casos de repetição de autor, o sobrenome deve ser substituído por um traço sublinhar equivalente a seis caracteres. De acordo com as normas da ABNT4, as referências variam conforme o tipo de documento. Veja os principais (ABNT NBR 6023:2002).
          • Livros: No caso de livros, além de nome e sobrenome do autor, nome da obra (em negrito), é preciso ainda informar a cidade de publicação, nome da editora, o número e o ano de edição do livro. Ex.:PHILLIPS, B.S. Pesquisa social: estratégias e táticas. Rio de Janeiro: Agir, 1974.
          • Jornais: No caso de usar material coletado de jornais, a maneira de referenciar muda. O que vem em negrito não é o título, mas o nome do jornal. Ex.: BAPTISTA, J. Mais de 8 mil motoristas aguardam decisão sobre recursos de multas. A Gazeta, Vitória, p. 4, 14 mai. 2005.
          • Revistas: Para referenciar material coletado de revistas, outras informações são necessárias, como o ano, o volume e o número do exemplar consultado. Neste caso, o negrito é para o nome da revista. Ex.: FORNAZIER, A. Navios maiores no Porto de Vitória. Pedras do Brasil, Vitória, ano 4, v. 1, n. 35, p. 48-49, 2007.
          • Eventos científicos: Se você participou de um congresso, fórum, seminário ou simpósio e gostaria de citar algo que foi dito durante uma sessão de apresentação de trabalhos, a referência sobre esse material deve incluir o nome do evento, a edição, o ano e a cidade em que foi realizado, além do título do evento: Ex.: SEGENREICH, S. C. D. Avaliando a aprendizagem colaborativa “on-line” na educação superior: novas contribuições do Fórum de Discussão e da Autoavaliação do Aluno. Trabalho apresentado durante o ENCONTRO VIRTUAL EDUCA BRASIL DE ESPECIALISTAS EM NOVAS TECNOLOGIAS, EAD E FORMAÇÃO CONTINUADA, São José dos Campos, 2005.
          • Informações verbais: Se você obteve uma informação importante para o seu trabalho durante um evento (congresso, fórum, palestra, aula) e se essa informação não foi apresentada/publicada como trabalho científico ou nos anais do evento, sendo apenas parte de uma palestra, uma discussão em grupo, não há formato para apresentar as referências desse material. Neste caso, você pode informar em nota de rodapé quem deu a informação (se não tiver feito isso no texto), onde (tipo e nome do evento, cidade em que foi realizado) e quando. Veja a seguir dois exemplos.
            • 1 - Conceito apresentado pelo prof. Jaime Roy Doxsey, na UNIDADE 2 da disciplina Antropologia Cultural para alunos de Psicologia da Universidade Federal do Espírito Santo, em 14 de outubro de 2004.
            • 2 - Discussão realizada durante o II Fórum Estadual de Meio Ambiente, realizado em Vitória-ES, em 5 de junho de 2004.
          • Materiais Disponíveis na Internet: As referências devem obedecer aos padrões indicados para materiais impressos. Entretanto, nas obras consultadas on-line, também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a última data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:. NOTA – Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes. Ex.: ALVES, C. Navio negreiro: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 de janeiro de 2002.
        • Anexos (elemento opcional): Inserção de documentos e materiais pertinentes à temática. Podem incluir os questionários e roteiros de entrevistas utilizados para o levantamento dos dados, leis, matérias de jornais, anais de eventos, etc.
        • Glossário (elemento opcional): É a lista, apresentada em ordem alfabética, de palavras especiais, de sentido pouco conhecido ou obscuro ou mesmo, de uso muito restrito, ou palavras em inglês acompanhadas de suas respectivas definições, usadas no desenvolvimento da monografia.

        Fique esperto:
        • A Internet tornou-se uma grande fonte para os pesquisadores, reunindo uma quantidade considerável de informações. É preciso ressaltar, no entanto, que, pela liberdade que oferece para publicar conteúdos, a Web exige que o pesquisador seja criterioso em suas pesquisas. Logo, para a construção de uma monografia devem ser utilizados sites de revistas e periódicos que possuem corpo editorial, sites de instituições governamentais, de institutos de pesquisa, de universidades e de bibliotecas virtuais que garantam a fonte e os autores dos textos publicados. 
        • O texto deve ser lido e interpretado e não apenas reproduzido. Assim como nas demais fontes bibliográficas (livros, periódicos e revistas impressas), é necessário fazer as devidas citações.

        Continua...

        Maiores informações em:
        


        30/06/2011

        Monografia - Parte 3 - Elaboração do Plano de Monografia


        Elaborando um Plano de Monografia

        Após a definição do tema, a monografia deve ser iniciada com a elaboração do Plano de Monografia, onde constará  a indicação da linha de pesquisa que iserá adotada, levando-se em conta que todo o plano, como também o desenvolvimento da monografia tem avaliações constantes do professor tutor e o desenvolvimento só deve ser iniciado após a aprovação do plano. 

        Estrutura básica de um Plano de Monografia 

        O Plano de Monografia deve conter a seguinte estrutura:
        • Linha de Pesquisa: a escolha da linha pesquisa dever estar relacionada diretamente ao curso do aluno;
        • Tema: é o assunto escolhido pelo aluno para desenvolver o seu trabalho e deve ser detalhado a partir da linha de pesquisa escolhida. 
        • Problema de Pesquisa: Um problema consiste numa situação não resolvida, algo que gera inquietação, desejo de conhecer mais. Assim, todo o processo da pesquisa gira em torno de sua solução. É neste item que deve ser formulada a pergunta de pesquisa, que, em última instância, é a pergunta norteadora do trabalho. 
                  Regras para a formulação do problema de pesquisa:
          • Deve ser formulado sob a forma de pergunta.
          • A questão deve ser especificada com clareza. Deve-se evitar questões gerais, de grande amplitude, pois tais questões não fornecem direção para a busca de respostas.
          • O problema deve ser claro e preciso quanto aos termos.
        • Objetivos: A formulação dos objetivos significa definir com precisão o que se pretende com o trabalho, o que propõe fazer e quais aspectos pretende analisar no desenvolvimento do assunto. Eles devem ser redigidos com o verbo no infinitivo e devem ser subdivididos em objetivo geral e objetivos específicos.
          • Objetivo Geral: é o propósito maior do trabalho. O resultado final a ser alcançado.
          • Objetivos Específicos: têm um caráter mais concreto e experimental, especificando as etapas a serem cumpridas para alcançar o objetivo geral.
          • Deverão ser apresentados no mínimo três objetivos específicos.
        • Estrutura do Referencial Teórico e Bibliografia a ser utilizada: Todo trabalho acadêmico-científico requer um suporte teórico baseado nas produções bibliográficas existentes. Assim, nesta parte do plano, deve ser apresentado o esboço da estrutura teórica do trabalho e a bibliografia que será utilizada. Ao elaborar a estrutura do referencial teórico, o aluno deve reporta-se aos objetivos específicos, pois eles são os norteadores desta estrutura. É importante que o aluno utilize bibliografia recente sobre o assunto que será pesquisado.
        • Metodologia de Pesquisa: Definição sobre como será executada a pesquisa e o modelo metodológico a ser adotado. A pesquisa será do tipo quantitativa, qualitativa, explicativa ou exploratória? Será um levantamento, um estudo de caso ou uma pesquisa experimental? Em caso de pesquisa de campo, deve-se definir qual a população em que será aplicada a pesquisa. Como será selecionada a amostra e quanto corresponde percentualmente em relação à população? Deve-se indicar como serão coletados os dados e que instrumentos de pesquisa serão utilizados: observação, questionário, formulário, entrevistas. Estabelecer como serão tabulados os dados e como serão analisados. Esta etapa deve se dividir em: 
          • Tipo de Pesquisa: Especificar o método que será utilizado para a realização da pesquisa. Pode ser uma pesquisa bibliográfica, estudo de caso, relato de experiência prática, história de vida e outros.

          • Coleta de Dados: Caracterizar o universo descrevendo o tamanho e a composição do universo considerado para estudo, definir tipo, tamanho e forma de composição da amostra. Indicar a estratégia a ser adotada e os instrumentos necessários para a realização da pesquisa, como questionários, entrevistas, formulários e outros.
          • Análise dos Dados: Definir os procedimentos para análise e interpretação dos dados.
        Segue abaixo o plano de monografia que desenvolvi entre jun/2010 e mar/2011. 
        Linha de Pesquisa: Logística e Competitividade 

        Problema:  Em uma empresa de grande porte a otimização dos tempos gastos nos processos de logística interna influenciará de forma positiva o seu relacionamento com os clientes e fornecedores ?  

        Objetivo Geral:  Analisar se os tempos gastos nos processos estão de acordo com as necessidades da empresa e também com o mercado.

        Objetivos Específicos:   

        • Estudar as metodologias utilizadas pela logística internada da empresa;
        • Compreender como se dão os processos de operacionalização da logística interna da empresa;
        • Avaliar as implicações positivas e negativas quanto ao processo de operacionalização;
        • Propor soluções para os problemas encontrados nos processos. 

        Estrutura do Referencial  Teórico e Bibliografia: 

        • Logística Empresarial / Industrial
          • BALLOU, Ronald H., Logística Empresarial; transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas 1995;
          • FLEURY, Paulo Fernando. Logística Empresarial ? A Perspectiva Brasileira. São Paulo: Atlas, 2006;
          • PAOLESCHI, Bruno., Logística Industrial Integrada ? Do planejamento, Produção, Custo e Qualidade à Satisfação do Cliente. 1ª. Ed. São Paulo: Érica, 2008;
          • REZENDE, Antonio Carlos. Entendendo a logística. São Paulo: IMAM, 2008.
        • Logística Interna - Verificando a logística interna
          • MOURA, R. A. Check sua logística interna. 2ª ed. São Paulo: Imam, 1998.
        • Suprimentos - Gerenciando a cadeia de Suprimentos
          • CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia para redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, 1997;
          • VIANA, João Jose, Administração de Materiais; um enfoque prático / João Jose Viana. São Paulo: Editora Atlas S.A., 2000;  
        Metodologia: 

        • Tipo de Pesquisa: A pesquisa será do tipo exploratória / descritiva com abordagem quantitativa e qualificativa. 
        • Coleta de dados: Serão utilizados os seguintes instrumentos de coleta de dados: análise documental e bibliográfica, entrevistas e questionários. As entevistas serão realizadas com os gerentes da empresa e também os coordenadores dos processos citados. Os questionários serão aplicados a uma amostra não probabilística de 5 funcionários. 
        • Análise dos dados: Os dados serão tabulados no software Excell e serão apresentados em forma de gráficos. Já as entrevistas serão analisadas e apresentadas em categorias. 

        Continua...

        15/06/2011

        Monografia - Parte 2 - Escolha do Tema


        Escolhendo o tema da monografia.

        Nesta etapa inicial é importante lembrar que o tema da monografia não tem que ser necessáriamente original, porém o pesquizador tem que ter atitude e enfoque no conceito da pesquiza. O originalidade científica é uma virtude e deve ser buscada em todos os sentidos, qualquer que seja a dimensão ou a pretenção  do texto a ser produzido.

        A abrangência do tema é uma questão delicada quando se trata de definí-lo. Alguns autores que você pode citar no seu texto tendem tendem a ampliar exageradamente os seus temas e isto pode ser prejudicial na hora de elaborar os textos. 

        Somente após uma temática bem delimitada pode-se chegar a uma boa “problemática”, ou seja: a questão que você pretende responder com a sua pesquisa.

        Feita essa pergunta, você pode definir qual a melhor forma de tratar o tema escolhido. A escolha de uma metodologia adequada é fundamental para chegar aos objetivos desejados com a monografia. Faz parte do trabalho ainda elencar os fatores que justificam a pesquisa, elaborar um cronograma de atividades e resgatar estudos anteriores relacionados à proposta para assim construir um referencial teórico de apoio.

        Com essas etapas, o estudante pode passar à parte prática, a qual varia de acordo com a proposta do trabalho. Pode ser uma análise, a construção de um produto, um experimento científico, etc. O importante é fazer algo com o qual você tenha afinidade. Afinal, você vai passar pelo menos um semestre envolvido com a sua monografia.

        O tema de uma monografia é livre, podendo ter como eixo orientador assuntos que foram focalizados durante o curso, onde o aluno deseja aprofundar em sua investigação, isto para o caso de monografias exigidas por instituições educacionais.

        Em geral elaboram-se monografias e teses para Trabalhos de Conclusão de Curso, objetivando propiciar aos alunos do curso em questão, oportunidades para demonstrar o grau de habilitação adquirido, o nível de conhecimento e aprofundamento temático, estimulando a produção científica, propiciando a consulta e leitura de bibliografia especializada. De outro lado objetiva o aprimoramento da capacidade de interpretação crítica do aluno, aprimorando sua competência, preparando-o para o mercado competitivo e tornando-o mais apto para o exercício profissional.

        Escolha um tema delimitado e específico. Além disso, original (potencial para surpreender), importante (quando está ligado a uma questão que afeta uma quantidade razoável de pessoas e também ligado a uma questão teórica recorrente na literatura especializada) e viável (considerados os prazos e os recursos disponíveis, é possível terminar a tese?). Também importante que o tema esteja enquadrado na "linha de pesquisa do orientador".

        Continua...