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03/08/2011

Coheed And Cambria - Rock In Rio 4 - 25/09/2011



A história de Coheed and Cambria começa em março de 1995, quando o grupo se chamava Toxic Parents, formado pelos guitarristas Claudio Sanchez e Travis Stever, mas o grupo acabou e eles recrutaram o Nate Kelley, do grupo Moe and the Boogie Cats, para tocar bateria em uma nova banda chamada Beautiful Loser com Jon Carleo no contra baixo.  

Depois de uma briga sobre dinhero por gasolina, Stever saiu da banda e Kelley foi chutado fora, mas logo voltou a pedido de Sanchez. Sem Stever a banda se tornou um trio, com Sanchez na guitarra e nos vocais, rebatizando-se para Shabűtie, um nome retirado de uma tribo africana do filme The Naked Prey. 

Nesta época, a banda passou por diferentes estilos musicais como o punk rock, rock indie, rock acústico, funk e heavy metal, e escreveram mais de 100 músicas. Quando Carleo deixou a banda em agosto de 1996, Kelley recrutou seu amigo, Michael Todd, que na verdade era um guitarrista, mas para o Shabűtie tocava contra baixo. Com esta formação a banda lançou seu primeiro disco chamado "Penelope EP" e Stever voltou a banda para tocar guitarra de novo. 

Kelley deixou a banda em 1999 depois de um show onde Sanchez bebeu demais e a banda lançou o último disco como Shabűtie, o "Delirium Trigger", que teve algumas músicas que apareceram no primeiro disco de Coheed and Cambria (The Second Stage Turbine Blade). Eles escolheram Josh Eppard para tocar bateria em vez de Kelley e a história de Shabűtie acabou. 

Algumas músicas que apareceram em "Delirium Trigger" eram parte da história de ficção científica escrita por Sanchez, chamada "The Bag On line Adventures" que seria mais tarde rebatizada para "The Amory Wars". O grupo adotou os conceitos da história como um tema que unificaria os álbuns da banda. Assim o nome deles mudou para Coheed and Cambria.  

Em fevereiro de 2002 lançaram seu primeiro álbum de estúdio "The Second Stage Turbine Blade" pela gravadora independente Equal Vision Records. O álbum teve a influência do grupo de pós-hardcore "At the Drive-In" e também do guitarrista do influente grupo de punk hardcorenk "Bad Brains". Além disso, "The Second Stage Turbine Blade" teve o primeiro single e videoclipe deles, "Devil in Jersey City" e trouxe comparações com a banda canadense de rock progressivo "Rush" por causa da voz distinta do Sanchez, as letras de ficção científica e a música mais complexa do que as outras bandas na cena pós-hardcore e emo. 

Em seguida, após tocarem em shows com bandas como "Breaking Pangea" e "The Used", eles lançaram seu próximo álbum de estúdio "In Keeping Secrets of Silent Earth: 3" em outubro de 2003, pela gravadora Equal Vision Records, novamente. Com os singles "A Favor House Atlantic" e "Blood Red Summer" e videos na MTV, a banda tocou com grupos como "Thursday", "Thrice", e "AFI" e também tocaram na "Warped Tour" e alguns shows na Europa. O álbum foi um sucesso comercial, ganhando a certificação "Gold" (ouro) pelo RIAA. Eles usaram este sucesso para lançar seu primeiro DVD ao vivo "Live At The Starland Ballroom".  

Para lançar seu terceiro álbum, Coheed and Cambria assinou um contrato com a gravadora "Columbia Records", uma filial da Sony/BMG, uma das quatro maiores gravadoras da indústria fonográfica. Lançaram o disco "Good Apollo I'm Burning Star IV Volume One: From Fear Through the Eyes of Madness" em setembro do 2005. Este disco é o álbum mais bem sucedidos deles até à data, vendendo quase 1 milhão de unidades e era o numero 7 no Billboard 200. Este terceiro disco teve 3 singles com videos, "Welcome Home", "The Suffering" e "Ten Speed of God's Blood and Burial" e foi uma partida do gênero pós-hardcore, mas com a influência de rock progressivo. Eles fizeram shows nos EUA e Europa com muitas bandas, incluindo "Circa Survive", "Dredg", "Head Automatica" e "Avenged Sevenfold".

Depois disso, lançaram seu segundo DVD ao vivo "Live At The Hammerstein Ballroom". 

Em novembro de 2006, Michael Todd e Josh Eppard deixaram a banda para razões pessoais e o amigo do grupo Matt Williams, juntamente com o Roadie (estradinha) da banda Matt Petrak, tocaram em alguns shows. Porém, durante a primavera de 2007, Todd voltou à banda para gravar o próximo álbum deles e em junho do mesmo ano eles escolheram Chris Pennie do "Dillinger Escape Plan" para tocar bateria. 

Mas Pennie não podia tocar no álbum por causa de um contrato que ele assinou quando esteve tocando bateria pelo "Dillinger Escape Plan", então Taylor Hawkins da banda "Foo Fighters" gravou como baterista neste álbum. 

Em outubro de 2007, Coheed and Cambria lançou seu disco chamado "Good Apollo I'm Buring Star IV Volume Two: No World For Tomorrow", o segundo disco deles pela gravadora Columbia Records. O disco teve os singles "The Running Free" e "Feathers" e era numero 6 na Billboard 200. 

Recrutaram duas vocalistas e um tecladista para tocar com eles ao vivo e tocaram com bandas de rock alternativo e heavy metal como Linkin Park e Slipknot. Em outubro de 2008, eles tocaram todos os seus álbuns, do início ao fim, durante 4 shows (por cada cidade, um show para cada disco) em Nova York, Chicago, Los Angeles e Londres, em um evento chamado "Neverender" e usaram as filmagens para seu terceiro DVD ao vivo, que foi lançado em março de 2009. 

A banda começou a gravar seu quinto álbum, Year Of The Black Rainbow, no verão de 2009 e terminou mais tarde nesse mesmo ano. Sanchez comenta que esse álbum é muito melódico.

O álbum foi produzido por Atticus Ross (Nine Inch Nails, Jane's Addiction) e Joe Barresi (Queens of the Stone Age, Tool). Segundo Sanchez eles ajudaram a evoluir o som da banda a ser mais forte e dinâmico do que nunca e diz que esse é o melhor trabalho da banda até à data. Também afirma que musicalmente há um tom muito cinemático, existe uma grande quantidade de atmosferas sobre esse registro e isso é algo que ele sempre quis incorporar à outros registros, mas não podia faze-lo como fez neste. 

O álbum também marca a estréia do baterista Chris Pennie no estúdio com a banda, Sanchez afirma que Peenie realmente "alavancou" esse registro e que há um monte de músicas neste album que ele não está certo se teria sido capaz de executar se não tivesse Pennie. Esse registro foi gravado pela Columbia Records em ambos os formatos standart e uma deluxe edition que incluia um romance de 352 páginas chamado "Year of the Black Rainbow", escrito por Sanchez e por um autor de best sellers do New York Times, Peter David. Na Europa o álbum foi lançado pela Roadrunner Records. 

Quanto ao álbum-história Sanchez afirma que era uma espécie de"malabarismo" de ambos os lados, gravar um álbum e escrever uma novela e que foi um pouco árduo mas na maioria das vezes era muito divertido. 

Até agora o álbum recebeu resenhas positivas em geral, conquistando 72% no Metacritic (Site que reune resenhas de músicas, álbuns, filmes, etc e dá uma contagem numérica pra cada coisa, o total é a média) e foi elogiado por outros como o melhor álbum da banda até a data. Uma parte das músicas desse álbum são mais lentas por um tempo que faz com que o ouvinte realmente analise a música e aprecie as nuance sutis que esse ábum tem para oferecer. O álbum estreou como numero 5 na Billboard 200 e foi o terceiro álbum mais baixado digitamente. Todas as faixas foram escritas por Sanchez e as músicas compostas pela banda, exceto "One" e "Pearl of the Stars" que foram compostas por Sanchez e Atticus Ross. 


Maiores Informações Em:  

Coheed And Cambria 
 

Monografia - Parte 5 - Normas Técnicas ABNT




Normas Técnicas da ABNT

Formatação geral 

  • Tipo do papel:  O papel a ser utilizado é o formato A-4 (21,0 X 29,7 cm), com alinhamento justificado.
  • Margem: Superior e Esquerda: 3 cm; Inferior e Direita: 2 cm 
  • Espaçamento: Texto normal: usar entrelinhas com espaço 1,5 (um e meio); Resumo, notas de rodapé, notas explicativas, tabelas e quadro e nas referências, usa-se o espaço simples 1,0 (um); Transcrições longas (citações diretas com mais de três linhas): espaço simples 1,0 (um) e recuo de 4 cm a partir da margem esquerda; Parágrafos: 1 “enter” de espaço entre os parágrafos e sem recuo; Títulos das seções: separadas do texto por 2 “enter”, sendo 3 “enter” o espaço do texto para o título seguinte. 
  • Tipo e tamanho das fontes: Texto: Arial 12; Título de capítulos e subdivisões no texto: Arial 14; Transcrições longas (citações diretas com mais de 3 linhas): Arial 10; Tabelas, Quadros, Gráficos e Figuras – Título, Fonte e Conteúdo: Arial 10; Notas de Rodapé: Arial 10.  
  • Paginação: Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é evidenciada a partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha. 
  • Numeração Progressiva dos Capítulos e Divisões: Nas várias seções do texto deve-se usar a numeração progressiva com a finalidade de evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, hierarquizando-o. Tanto no sumário como no desenvolvimento do texto, os títulos das seções são grafados de forma diferenciada, destacando-os gradativamente, conforme segue: Título de 1º nível (capítulo): em letras maiúsculas e em negrito; Título de 2º nível: em letras maiúsculas, sem negrito; Título de 3º nível: em letras minúsculas e a inicial da primeira palavra em maiúscula, em negrito; Título de 4º nível: em letras minúsculas e a inicial da primeira palavra em maiúscula, sem negrito. A numeração indicativa será de acordo com o nível da seção e precede o título, alinhado à margem esquerda. Atenção! O tamanho da fonte dos títulos é de 14 quando aparecem no desenvolvimento do texto. Já no Sumário, a fonte deve ser em tamanho 12; No desenvolvimento do texto, os títulos da cada capítulo (1º nível) devem iniciar-se em folha distinta, uma vez que se referem às principais divisões de um texto. 
  • Citações: É a transcrição ou reprodução de ideias colhidas de outras fontes (bibliográficas ou documentais). Nas citações o autor poderá ser referenciado dentro e fora dos parênteses. Quando referenciado fora de parênteses, deve ser grafado com a primeira letra em maiúsculo. Porém, quando referenciado entre os parênteses, deve ser grafado com todas as letras em maiúsculo. Existem 3 tipos de citações nos trabalhos monográficos:
    • Citação direta: ocorre quando é feita a transcrição literal de palavras ou trechos dos autores (cópia fiel em redação, ortografia e pontuação). A citação de até 3 linhas deve vir inserida no texto, entre aspas. Quando se tratar de citação direta longa (com mais de 3 linhas), o trecho transcrito deverá aparecer como um parágrafo isolado, destacado com um recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra tamanho 10, com espaçamento simples entre as linhas e sem  aspas.
    • Citação indireta: É quando ocorre a reprodução das ideias do autor consultado, traduzindo-as com as palavras do aluno / pesquisador.
    • Citação de citação: É a transcrição direta ou indireta de parte de um texto a partir de outra fonte, isto é, não se teve acesso ao autor original. Neste caso, cita-se primeiro o autor original, seguido da expressão apud e da referência do último sobrenome do autor, data e página da obra (em caso de citação direta) consultada. Deve-se evitar fazer a citação de citação, indo sempre que possível à obra original.
    • Citação de Materiais Retirados da Internet: Para textos consultados na internet, deve-se usar as mesmas regras estabelecidas para a citação de material bibliográfico impresso. Nas  referências é que serão indicadas as informações do endereço da página e a data de acesso.  No caso de não existir ano de publicação do documento, cita-se o ano de consulta on-line ao material. No caso de textos consultados na internet sem paginação, deve-se usar a expressão “np” (para designar documento não paginado) logo após o ano (ano de publicação ou ano de acesso ao documento).
  • Notas de rodapé: São usadas para complementar ou esclarecer informações que não foram incluídas no texto principal, evitando a interrupção em sua seqüência lógica. Por este motivo, o uso destas notas deve ser reduzido ao mínimo e seu tamanho pouco extenso. Deve ser observada as seguintes normas para seu uso:
    • Chamada numérica acima da linha do texto (número alto sobrescrito) em seqüência contínua de notas;
    • Localizar na margem inferior da mesma folha onde ocorre a chamada numérica;
    • Separar do texto por um traço contínuo de 3 cm; 
    • Digitar em espaço simples entrelinhas e fonte Arial 10.
  • Ilustrações: São consideradas ilustrações: gráficos, figuras, fluxogramas, fórmulas, quadros, tabelas.
    • Apresentação gráfica: As ilustrações devem ser apresentadas de forma clara e legível. Os títulos e legendas que acompanham as ilustrações devem ser nítidos. Serão indicados por um número arábico: (tabela 1) para tabelas e por (figura 1) para figuras.
    • Numeração: As ilustrações são numeradas com a série natural dos números arábicos inteiros, a partir de um (1) na ordem que aparecem no texto. 
    • Título: Toda ilustração deve ser mencionada no texto e possuir um título, colocado abaixo da mesma, com exceção da tabela.
    • Fonte: Deve ser indicada sempre a origem da ilustração: Autor (ano). No caso de elaboração própria, a fonte será: Elaboração própria (ano da criação). E em caso das informações serem oriundas da pesquisa de campo, a fonte deverá ser: Dados da pesquisa (ano de realização da pesquisa).
    • Localização: As ilustrações deverão ser localizadas preferencialmente, no próprio texto onde são referenciadas. Dependendo do volume de ilustrações a serem apresentadas, as mesmas poderão ser reunidas em um anexo. Deve-se deixar algum espaço entre a figura e o texto para separar os dois blocos de informação.
  • Tabelas: As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente e os quadros apresentam informações textuais agrupadas em colunas. Devem ser apresentados da seguinte forma (NBR 6029/1993 – ABNT):
    • numeração independente e consecutiva;
    • título colocado na parte superior, precedido da categoria e do número de ordem em algarismos arábicos;
    • título completo, claro e conciso;
    • não fechar com linhas verticais;
    • evitar linhas verticais para separar as colunas.

Estrutura da Monografia


As monografias elaboradas devem conter os seguintes elementos e obedecer à seguinte estrutura:
  • Elementos Pré-textuais: Capa (obrigatório), Folha de rosto (obrigatório), Folha de aprovação (obrigatório), Dedicatória (opcional), Agradecimentos (opcional), Epígrafe (opcional), Lista de ilustrações (obrigatório, se houver), Lista de abreviaturas e siglas (opcional), Resumo na língua vernácula (obrigatório), Sumário (obrigatório).
  • Textuais:  Introdução (obrigatório), Desenvolvimento (obrigatório), Conclusão (obrigatório).
  • Pós-Textuais: Referências (obrigatório), Anexos (opcional), Glossário (opcional)
 
Continua...

Maiores informações em:




    01/08/2011

    Gloria - Rock In Rio 4 - 25/09/2011

     
    Banda Paulista formada em 2002 e que desde o começo sempre fez parte dos grandes shows e festivais independentes de SP, cena que dentro do underground sempre foi muito respeitada e que a banda soube aproveitar muito bem, fazendo com que ficasse conhecida logo no seu 1º ano de existência. 
     
    Com 2 cds lançados por selos independentes a banda acumula fãs fiéis pelo país inteiro, chamando atenção em suas apresentações sempre com energia de sobra. 
     
    Formada por Mi (Voz) Elliot (Guitarra/voz) Peres (Guitarra) João (Baixo) e Fil (Bateria), a banda mistura o peso do Metal com um toque melódico, fazendo com que essa mistura seja o diferencial da banda. Estilo que não é muito conhecido no Brasil mas que o Gloria representa com muito mérito e fez com que o faro do produtor musical Rick Bonadio ( Nxzero, Fresno, Cpm 22 etc) fosse estimulado, abrindo a oportunidade pra integrar a banda no cast da Arsenal/ Universal Music em 2008.
     
    Desde 2006, o Gloria é considerado a maior banda underground do Brasil, fazendo shows praticamente pelo país todo, tais como Curitiba, Londrina, Balneário Camboriú, Jaraguá do Sul, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Aracajú, Salvador,Recife, Minas Gerais, Campo Grande, Juiz de Fora, Brasília, etc todos de forma independente. No mesmo ano a banda é eleita pelo site Zonapunk, a melhor banda nacional independente. Em 2007 é indicada ao prêmio Toddy e em 2008 a banda fatura 2 prêmios novamente no site Zonapunk, de melhor show e melhor comunidade no Orkut. prêmios recebidos no Hangar 110, famosa casa underground de SP. 
     
    Os anos de 2007 e 2008 com certeza foram os melhores pra banda até o momento. Pois conquistaram um espaço que antes poderia se dizer que era imposivel pra uma banda com o tipo de som que o Gloria faz. 
     
    A banda soma mais de 1 milhão de downloads no site Tramavirtual onde já chegou a ter 7 musicas no top 10 do mesmo. Por mais de 1 ano. Merecendo uma matéria no site onde o titulo usado foi “ Fenômeno independente”. E conquistando algo engraçado também , no dia que a nova musica de trabalho da banda ia ser disponibilizada no site, no horário combinado com os fãs pra acessarem o site, devido o numero de acessos o servidor caiu só voltando 3 horas depois. Aproveitando o embalo de quebrar recordes a banda se apresenta no Estúdio Show Livre ao vivo, onde bate o recorde de audiência do programa com mais de 30 mil pessoas conectadas. 
     
    Novembro de 2007 a banda grava o programa Tramavirtual que vai ao ar no canal Multishow, participando do quadro 12 horas. Onde é gravada 1 musica em 12 horas. Esse vídeo no Youtube é o vídeo mais visto da serie “12 horas”. 
     
    Foi a banda mais pedida no canal Nickelodeon em Fevereiro de 2008, onde se apresentou no mesmo mês no programa Nickers, batendo outro recorde, dessa vez o de inscrições pra platéia.
     

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    Gloria