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30/07/2011

A Vingança

Há menos de seis meses, o respeitado cirurgião da ONG Médico sem Fronteiras Jonathan Ransom teve sua vida drasticamente transformada. Durante uma escalada na Suíça, ele e a sua esposa, Emma, foram surpreendidos por uma tempestade. Jonathan acreditou que a mulher tivesse morrido, mas logo descobriu que ela escondia um passado obscuro. Emma é uma agente secreta. E não está morta. 

Agora, atuando num lugar remoto da África, o Dr. Ransom tira uma folga de suas atividades humanitárias para ir a Londres, convidado a dar uma palestra num congresso de medicina. Assim que chega ao hotel de luxo onde ficará hospedado, é abordado por um desconhecido que lhe dá instruções para se encontrar com Emma. 

Apaixonado e cheio de saudades, ele vê a esposa por duas vezes. Mas então Emma se despede de novo, dizendo que ainda corre grande perigo e precisa desaparecer. Incapaz de aceitar essa segunda separação, Jonathan a segue até uma movimentada rua de Westminster. Ao perceber o que a mulher está tramando, ele tenta detê-la, mas não consegue. 

Emma detona um potente carro-bomba na frente de um edifício ministerial, deixando quatro mortos e mais de 30 feridos. Ao tentar ajudar uma das vítimas, Igor Ivanov, ministro do Interior russo, Jonathan é preso, acusado de cumplicidade no atentado. Para provar sua inocência, a polícia exige que ele ajude a encontrar Emma. 

Incapaz de entregar a mulher que ama, Jonathan foge, dando início a uma caçada eletrizante, na qual é, ao mesmo tempo, caça e caçador. 

Em A vingança, continuação de A farsa, Christopher Reich cria uma trama intrigante e repleta de reviravoltas, sem deixar escapar uma pista sequer de quem é o verdadeiro culpado.

Em A farsa, conhecemos o Dr. Jonathan Rasnsom e sua esposa, a enfermeira Emma. Ambos trabalhavam para a ONG Médicos sem Fronteiras. Mas, após oito anos de casamento, Jonathan descobre que a esposa matinha uma vida secreta como agente da Divisão - uma ramificação do Pentágono. 

Após trair a agência, Emma precisa fugir, e Jonathan se vê envolvido numa série de acontecimentos inusitados que colocam sua vida em risco. 

Agora, seis meses depois, o Dr. Ransom é convidado a dar uma palestra durante um congresso em Londres. Lá ele revê Emma, mas um atentado a bomba contra o ministro do Interior russo transforma o reencontro num banho de sangue. Jonathan tem certeza de que a esposa está envolvida no crime, mas a polícia acredita que ele é o responsável e lhe dá apenas duas alternativas: a prisão perpétua ou ajudar na captura de sua esposa. 

Jonathan então se dá conta de que a única coisa que ele pode fazer é fugir e se tornar, ele próprio, um espião, para rastrear Emma e descobrir a conspiração que ela está tramando. Então foge para o continente, com as autoridades o perseguindo tão avidamente quanto ele procura a esposa. Ao que tudo indica, Emma pretende explodir um reator nuclear. 

Enquanto busca a verdade e tenta provar sua inocência, Jonathan descobre que foi usado desde o início, servindo o tempo todo de marionete nas mãos de perigosos agentes do terrorismo internacional. 

Envolvente do início ao fim, A vingança é muito mais do que uma sequência de A farsa. Neste novo livro, Christopher Reich leva seus personagens por caminhos inesperados, que culminam num final surpreendente.
Autor: Christopher Reich 
Editora: Sextante

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29/07/2011

Red Hot Chili Peppers - Rock In Rio 4 - 24/09/2011


Poucos foram os grupos de rock dos anos 80 que conseguiram derrubar tantas barreiras musicais e que foram originais ao fazê-lo como o Red Hot Chili Peppers. Com um estilo completamente inebriante, conseguido através da combinação do funk com o punk-rock (à mistura com uma presença em palco, no mínimo, explosiva), o RHCP acabou influênciando diversas bandas, mas mesmo assim, mantiveram-se como os líderes da "matilha" durante esses 20 anos! A banda começou com amigos de uma escola secundária: Anthony Kiedis, Michael Balzary e Hillel Slovak. Na época (final dos anos 70 e início dos anos 80), Balzary e Slovak mostravam grande apetência para a música (trompete e guitarra respectivamente), enquanto que Kiedis se concentrava mais na sua poesia e na representação em peças de teatro da escola. Slovak ia ensinando Balzary a dar os primeiros toques no baixo, ao mesmo tempo que os dois tentavam convencer Kiedis a adaptar os seus poemas às músicas que eles iam fazendo. E foi o que aconteceu...

Influênciado pela cena punk e pelo funk, o trio começou a ensaiar juntamente com um amigo em comum, o baterista Jack Irons, formando assim os Tony Flow and the Miraculously Majestic Masters of Mayhem, um grupo que tocava em bares de strip durante a década de 80! Em um desses shows em bares de strip que surgiram as famigeradas "meias". É que , assim como quem não quer nada , "tropeçaram" em algo que faria de suas apresentações ao vivo algo inesquecível... Foram para o palco completamente nus, usando apenas uma meia como se fosse um preservativo , já que iam tocar no Kit Kat Klub, um bar de strip cheio de beldades desnudadas e eles não quiseram ficar para atrás! Foi um sucesso instantâneo, que acabou virando marca registrada da banda! Por volta de 1983, o grupo mudou o nome para Red Hot Chili Peppers e tudo parecia estar bem. Aliás, tudo estava perfeito já que a EMI decidiu assinar contrato com os quatro amigos.

A desilusão chegou quando Slovak e Irons anunciaram que iam deixar a banda para continuar um projecto musical ao qual já pertenciam nos últimos seis anos, o grupo What Is This. Kiedis e Balzary trataram de arranjar substitutos à altura e Jack Sherman guitarra e Cliff Martinez bateria entraram para a banda. Em 1984, os quatro lançaram um álbum homônimo, mas a ausência dos dois membros originais revelou-se crucial, quando o álbum não teve a receptividade desejada...

Quando, em 1985, os What Is This terminaram, Slovak e Irons regressaram aos Red Hot Chili Peppers e, juntos, lançaram o segundo álbum, Freaky Styley. Apesar de ter sido um progresso em relação ao disco anterior, notava-se ainda faltava alguma coisa nos shows ao vivo , talvez faltasse um pouco mais de paixão.

Mas o problema foi, finalmente, resolvido com o álbum seguinte The Uplift Mofo Party Plan. O disco foi o primeiro a deixar a sua marca nos tops. Agora sim, tudo estava correndo como o esperado! Tanto que, um ano depois, o RHCP lançou um EP, Abbey Road com 5 faixas para os fãs , que aumentavam a cada dia!

Mas, no momento em que o mundo começava a prestar atenção no grupo, acontece uma tragédia: Slovak morreu com uma overdose de heroína, dia 25 de Junho de 1988, deixando os amigos em estado de choque. Nos meses que se seguiram à morte de Slovak, Irons decidiu abandonar definitivamente o grupo. Mas Kiedis (que também lutava contra a sua dependência das drogas) e Flea mantiveram-se firmes.

Depois de uma tentativa frustrada com o guitarrista Blackbird McKight e o baterista D.H. Peligro, o RHCP parecia finalmente encontrar os substitutos ideais: John Frusciante e Chad Smith. A nova formação se deu bem logo de cara , nessa época a MTV começou a passar várias e várias vezes o clipe de Higher Ground (um cover de Stevie Wonder) e de Knock Me Down (uma canção sobre a queda de Slovak), ambas as músicas pertencentes ao novo álbum, Mother\'s Milk,lançado em 1989.

O grupo soube então que o seu próximo álbum seria decisivo, o mais importante da sua carreira, por isso mudaram-se para uma mansão transformada em estúdio para trabalhar naquele que seria o seu maior sucesso de sempre: Blood Sugar Sex Magik. O álbum foi um êxito estrondoso assim que foi lançado em Setembro de 1991 e contou com singles tão conhecidos como "Give It Away" e "Under The Bridge".

Mas, novamente nuvens negras ameaçavam o horizonte límpido do Red Hot Chili Peppers assim que Frusciante começou a revelar problemas com drogas, abandonando o grupo em 1992. Com isso , o grupo procurou um substituto , o sortudo foi Arik Marshall. Mas, quando a banda voltou para os estúdios para gravar o novo álbum, perceberam que Arik não era a escolha ideal para integrar a formação , passaram então para o próximo nome da lista, Jesse Tobias. Só que Jesse deve que dar área rapidinho , tudo porque o ex-guitarrista dos Jane\'s Addiction, Dave Navarro, estava interessado em entrar para o grupo e o RHCP decidiu optar por ele.

Depois de ficar parado durante quatro anos, o RHCP finalmente lança seu novo álbum , One Hot Minute ,em 1995. E, mesmo apesar de ter sido um sucesso em termos de vendas, o álbum não teve a força do anterior. Parece que Navarro não estava correspondendo às expectativas... O guitarrista acabou por abandonar o grupo em 1998.

Após ter deixado os RHCP, Frusciante lançou alguns álbuns (obscuros) solo, mas corriam boatos que o músico não tinha onde morar, sem um tostão e cada vez mais agarrado às drogas... Mas, mesmo com tudo a puxá-lo para baixo, John deu entrada numa clínica de desintoxicação para se livrar dos seus demónios. Algum tempo depois, Frusciante ressurgiu , com uma nova energia e logo aceitou o convite para voltar a integrar o RHCP.

É lançado então o novo álbum , Californication (1999), que provou ser um enorme sucesso, voltando a confirmar os Red Hot Chili Peppers como uma das melhores bandas de rock alternativo.

Nesse mesmo ano, o RHCP foram tocar no Festival de Woodstock (30 anos depois do original) , onde tocaram Fire , cover de Jimmi Hendrix. Em Novembro de 2001, o grupo voltou aos estúdios onde preparou o lançamento de By The Way. O álbum é uma coleção de músicas (bem) mais suaves que as anteriores, muito ao estilo de Under The Bridge, e com muito experimentalismo, como a bateria eletrônica na música "The Zephyr Song" e a meio rock, meio disco "Throw Away Your Television". Apesar de alguns críticos acharem que o grupo não é o mais o mesmo , aqueles que pararem para ouvir todo o álbum, conseguirão ver uma equilibrada maturidade e canções de qualidade.

Em 2006, o grupo volta à cena lançando Stadium Arcadium, álbum duplo com 28 músicas, misturando o estilo melódico e experimental de By The Way com o rock-punk-funk das antigas. A banda já emplacou o hit "Dani California", cujo interessante videoclipe homenageia as várias épocas do Rock, desde Elvis presley até Nirvana, passando por Beatles, Sex Pistols, Misfits e bandas de glam rock e funk.


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27/07/2011

Snow Patrol - Rock In Rio 4 - 24/09/2011


Originalmente formado no fim de 1994 como "Shrug" pelos estudantes Gary Lightbody e Mark McClelland (ambos do Norte da Irlanda) na Universidade de Dundee em Dundee, Escócia, a banda iniciou se apresentando na universidade e invadindo pubs antes de mudar seu nome para Polar Bear (ou Polarbear) no final de 1995. No meio de 1997, eles de novo mudaram de nome, dessa vez para Snow Patrol, e lançaram 3 músicas em um EP, Starfighter Pilot, na gravadora Electric Honey. 

Até esse ponto, Jonny Quinn, da Irlanda do Norte, entrou como baterista permanentemente. Com ele, a banda lançou seu próximo EP "Little Hide" na Jeepster Records enquanto ainda moravam em Dundee. O single seguinte, "One Hundred Things You Should Have Done in Bed" fez pouco sucesso entre o mundo independente. Ambos os singles foram pesadamente promovidos pela Jeepster - com vídeos inclusos como arquivos de computadores nos CDs singles, e Snow Patrol começou a aparecer na televisão. Sua primeira entrevista na emissora de TV MTV foi em 1998, e eles rapidamente apareceram no documentário do Channel 4 sobre a Jeepster Records (onde concentraram mais atenção em Belle & Sebastian) no mesmo ano. Dois álbuns pela Jeepster foram feitos: Songs for Polarbears em 1998 (incluindo uma versão remix do seu primeiro single "Starfighter Pilot") e When It's All Over We Still Have to Clear Up em 2001 (ambos gravados enquanto a banda se apresentava em Glasgow). Ainda em 2001, Gary conheceu um grupo de músicos escoceses, como Mogwai e Belle & Sebastian juntos apresentaram como um "supergroup", os Reindeer Section, que lançaram 2 álbuns. Gary fez vocal em um single de Cut La Roc 

O nome Snow Patrol veio de um amigo da banda que enquanto a banda chamava Polar Bear sempre ele se referia para o grupo como Snow Patrol.

Depois o sucesso veio mas com algumas falhas comerciais que tiveram com a gravadora, a banda ficou desiludida com o relacionamento entre eles. Eles sentiram que Belle & Sebastian tinha mais atenção da gravadora, e pouco foi feito para promover Snow Patrol. Desde que se formaram como banda não ganharam muito dinheiro.  

Depois de terem sido abandonados pela Jeepster, o guitarrista Nathan Connolly entrou, e a banda assinou com a gravadora Polydor Records. Eles ganharam sucesso no mainstream com sua música "Run" (que estreou em 5º lugar nas paradas de single do Reino Unido). A gravação alcançou 3º lugar nas paradas de álbum do Reino Unido.  

Em 16 de Março de 2005, McClelland deixou a banda, com Lightbody declarando 'o todo como um novo grupo com inesperadas pressões… infelizmente os seus pensamentos sobre relações de trabalho dentro da banda, e que foi sentido a banda não poderiam avançar com Mark como um membro.' Integrante antigo, Terra Diablo e Paul Wilson trocaram de lugar entre eles no baixo. Em Abril de 2005, Snow Patrol declarou que estaria em turnê com o tecladista Tom Simpson um integrante oficial da banda. 

No meio de 2005, durante sua turnê para divulgação de Final Straw, a banda viajou com U2 como banda de abertura da turnê deles, a Vertigo Tour na Europa. A banda retornou para os Estados Unidos depois de sua turnê. No verão ainda se via Snow Patrol tocando em um pequeno show em Londres no concerto beneficente Live 8. Depois de terminarem suas aberturas para outras bandas e seus 2 longos anos de turnê do álbum Final Straw no fim de Julho, a banda se afastou por algumas semanas e começaram a escrever e gravar algumas músicas para o novo álbum. A Nova versão da música de John Lennon, "Isolation" foi lançada em 10 de Dezembro de 2005, como parte da campanha international Make Some Noise. A música foi colocada em 2007 em um álbum de tributo ao John Lennon, Instant Karma: The Amnesty International Campaign to Save Darfur.  

A banda completou a gravação de Eyes Open em Dezembro de 2005, com Jacknife Lee retornando na produção, e esse álbum foi lançado en 24 de Abril de 2006 na Irlanda, e 1 de Maio de 2006 no Reino Unido, com o primeiro single "You're All I Have" lançado em 24 de Abril de 2006. O álbum foi lançado na América do Norte em 9 de Maio. Enquanto "Hands Open" foi o primeiro single americano, "Chasing Cars" foi colocado para download e fez mais sucesso em uma cena da segunda temporada do seriado Grey's Anatomy em 15 de Maio de 2006. Devido a surpresa da popularidade da música, foi lançado como single em Junho e o vídeo foi regravado para incluindo partes dos shows. 

Em 30 de Julho de 2006, Snow Patrol apareceu no final de um programa de música da BBC, Top of the Pops, tocando "Chasing Cars". A banda fez a última ação toda vez que se apresentava em shows. 

Snow Patrol gravou uma sessão ao vivo na Abbey Road Studios para o Live from Abbey Road em 4 de Outubro de 2006. A apresentação foi incluída no episódio dividido com Madeleine Peyroux e Red Hot Chili Peppers e passou no Reino Unido no Channel 4 e nos Estados Unidos na Sundance Channel.   

Em 26 de Novembro de 2006, Eyes Open foi o álbum mais vendido do ano no Reino Unido, passando outros líderes como Whatever People Say I Am, That's What I'm Not do Arctic Monkeys. Apesar da grande venda de Take That com seu álbum Beautiful World, Eyes Open ganhou como o álbum mais vendido do ano de 2006, com 1,6 milões de venda. O álbum recebeu disco de platina nos Estados Unidos por vender mais de 1.000.000 cópias, e isso manteve eles na lista da Billboard 200 por mais de 15 semanas, sobre a enorme popularidade de "Chasing Cars". 

Snow Patrol apareceu como convidado musical no episódio de 17 de Março de 2007 no Saturday Night Live, apresentado por Julia Louis-Dreyfus. Eles tocaram "You're All I Have" e "Chasing Cars". A turnê da banda segui-se pelo Japão em Abril, passando pelos festivais europeus, México e Estados Unidos. Eles terminaram sua turnê na Austrália em Setembro de 2007. 

A banda crontribuiu na música "Signal Fire" para a trilha sonora de Spider-Man 3, como também no próprio filme. A música liderou como single da trilha sonora e foi apresentada nos créditos do filme. 

Em 7 de Julho de 2007, a banda se apresentou na versão de Londres do Live Earth no Wembley Stadium. Brevemente depois da apresentação, Simpson foi preso por estar carregando cocaína. 

Em 1 de Setembro de 2007 virou atração principal em um mini-festival na cidade natal de Gary Lightbody e Jonny Quinn, Bangor no Condado de Down. Cerca de 30.000 pessoas foram para ver a banda. 

Em 25 de Novembro de 2007, Snow Patrol fez um acústico para a cada de caridade Mencap, em uma pequena capela em Islington. Eles foram uma das bandas principais a fazer parte do projeto chamado "Little Noise Sessions" que foi criado por Jo Whiley.  

Gary Lightbody iniciou gravação do sucessor de Eyes Open no Outono de 2006, com Jacknife Lee fazendo pela terceira vez a produção. Desde então a banda declarou que ele desejaram pegar anos antes das turnês de Final Straw e Eyes Open e decidiram emergir no final de 2008 com seu próximo álbum. Gary Lightbody ainda lançou um álbum que faz parte do projeto solo chamado "Listen... Tanks!" mas a data para isso não foi anunciada publicamente.
Um tópico, datado em 23 de Maio de 2008 no site oficial da banda declarou que eles gravaram o álbum em uma semana; eles começaram em 19 de Maio de 2008. O novo álbum intitulado A Hundred Million Suns, foi lançado em 24 de Outubro de 2008 na Irlanda e 28 de Outubro no Reino Unido e nos Estados Unidos. O primeiro single intitulado "Take Back the City" foi lançado na Irlanda em 10 de Outubro de 2008. Para filmar o vídeo para "Take Back the City" foi alugado um lugar na semana de 11 de Agosto de 2008 na Central de Londres, como um dos integrantes da banda iria se casar no próximo dia. O videoclipe foi dirigido por Alex Courtes.  

Algumas músicas da banda já estiveram presentes em vários seriados e filmes estadunidenses, como One Tree Hill (Lances da Vida). Na primeira temporada da série, no episódio 15 está presente a música Tiny Little Fractures, do álbum Final Straw. No episódio 18, a música presente foi Spitting Games, também do Final Straw. No episódio 20, a música Run (Final Straw) fechou o episódio e a temporada. Na segunda temporada, o episódio 10 teve a participação da música How to be dead (Final Straw)e na terceira temporada, a música tocada foi Chasing Cars, do álbum Eyes Open, no episódio 22. Em filmes, as músicas de Snow Patrol também já marcaram presença. No filme The invisible (O invisível), foram tocadas duas músicas de bastante sucesso da banda: Open your eyes e You're all I have, ambas do álbum Eyes Open.Também esteve presente nos créditos de Homem-Aranha 3, com o single Signal Fire e no filme Querido Jonh como faixa de bônus com o single Set The Fire To The Third Bar. Recentemente, a música Run tem sido utilizado no trailer de divulgação do filme A morte e a vida de Charlie (Charlie St. Cloud). Recentemente, a música Chasing Cars foi utilizada em um episódio musical de Grey's Anatomy.


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Snow Patrol 

26/07/2011

Fredrik Larsson e seus clones




Fredrik Larsson e seus clones
O músico suíço Fredrik Larsson (conhecido na internet como FreddeGredde) virou hit na internet. O rapaz, de 25 anos, postou um vídeo em seu canal do YouTube, em que faz um cover da música Killer Queen, da consagrada banda de rock inglesa Queen.  
Na montagem, ele se filmou várias vezes cantando a música e juntou tudo numa imagem só, para dar ao seu vídeo o mesmo efeito musical que a banda deu ao original. O resultado é muito curioso. Atualmente Larsson está trabalhando em seu álbum de estreia, chamado “Thirteen Eight”, composto inteirinho por ele. Visite o site do artista.  

O cover  

Será que os fãs do Queen vão gostar ou considerar o cover um “sacrilégio” à memória de Freddie Mercury? Veja abaixo um vídeo de Killer Queen com o verdadeiro Queen. 

O original


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25/07/2011

Capital Inicial - Rock In Rio 4 - 24/09/2011


A história do Capital Inicial começa bem antes de sua primeira formação oficial, em 1982. Seus integrantes vieram da Blitz 64 (que também se chamou Blitx e XXX) e do Aborto Elétrico - bandas brasilienses surgidas na virada das décadas 70/80, que tinham influências punk, e revelaram a nata do rock nacional.

Tocavam nas ruas da Capital Federal. Mas, engana-se quem pensa que o nome da banda tem a ver com Brasília. Eles não tinham mesmo a grana para começar; não tinham o capital inicial. Daí, o nome. À época, já existiam canções que se tornariam hinos da chamada "Geração Coca-Cola". "Fátima", "Veraneio Vascaína", "Conexão Amazônica", "Faroeste Caboclo", "Que País é Este", entre outros hits, eram músicas cantadas nos acampamentos pelos punks da primeira geração. Era uma tribo de quase 200 pessoas. Como se não bastasse, a turma ainda desenhava, pintava, produzia filmes em super-8 e fanzines.

Em julho de 82, o guitarrista Loro Jones, que tocava com Gutje - Plebe Rude - na Blitz 64, chamou os irmãos Fê (bateria) e Flávio Lemos (baixo) para o Capital. Até então, os dois tocavam com Renato Russo no Aborto Elétrico. Heloísa, uma amiga, entrou para os vocais, mas só ficou até maio de 83. Foi quando apareceu Dinho, um fã do Aborto Elétrico e ex-companheiro de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá na banda "dado e o reino animal" (assim mesmo, em letras minúsculas), na qual Loro também tocou.

No começo, Dinho não gostou do som, mas sim da atitude dos outros integrantes do Capital, que interferiam no cotidiano de Brasília, com uma música provocativa e um visual agressivo - caracterizado por correntes e alfinetes, bem ao estilo punk. Após seguir a banda por todos os lugares onde tocavam, Dinho se juntou a Loro, Fê e Flávio e estava formado o Capital Inicial. A estréia foi em julho, no show 'Diga Adeus ao Vestibular', realizado na Concha Acústica da UnB. No entanto, eles estavam apenas começando a romper as fronteiras do Planalto e conquistar seu espaço no rock nacional.

A exemplo dos Paralamas do Sucesso, o Capital começou a se apresentar no eixo Rio-São Paulo: tocaram no SESC Pompéia (SP) - num evento chamado 'Hardcore Rock Night' - e no Circo Voador (RJ). A tríade Capital-Plebe-Legião, que tornou conhecido o rock candango no Brasil nos anos 80, se apresentou neste show do Rio, que foi o primeiro deles numa grande cidade.

Em meados de 84, uma fita-demo do Capital já estava na programação da Rádio Fluminense FM do Rio de Janeiro, com "Leve Desespero" e "Descendo o Rio Nilo". No final do ano, assinam contrato com a CBS (atual Sony) e participam da coletânea "Os Intocáveis", com essas duas músicas. Logo depois, no início de 85, lançam o primeiro compacto que abriria o caminho do sucesso para a banda.

Ainda em 1985 - juntamente com Ira!, Titãs, Ultraje a Rigor, Lulu Santos, Lobão e os Ronaldos, Metrô e May East - o Capital Inicial integra a trilha sonora de "Areias Escaldantes", o primeiro filme-rock do Brasil, de Neville de Almeida.

O álbum de estréia, "Capital Inicial", que tem o apelido de 'O estilingue', foi lançado em julho de 1986, pela PolyGram, e já chegou causando polêmica. A faixa "Veraneio Vascaína", feita em 1980, foi censurada porque falava da veraneio da polícia "toda pintada de preto,/ branco, cinza e vermelho

No entanto, o selo de "venda proibida a menores de 18 anos" na contra capa do LP só ajudou a projetar a banda mais ainda em todo o País. Ainda mais quando "Música Urbana" foi incluída na trilha da novela 'Roda de Fogo', da Rede Globo. O Capital ganhou seu primeiro Disco de Ouro e "Leve Desespero", "Fátima" e "Psicopata" transformaram-se em hits. No aniversário de Brasília, apesar de proibida a execução pública de "Veraneio Vascaína", a música foi incluída no show e 25 mil pessoas vibraram em frente ao Congresso Nacional.

Em 87, enquanto eles ainda curtiam o sucesso do primeiro álbum, chega às lojas "Independência". Estrategicamente lançado no dia 7 de setembro, o segundo LP do Capital marca a entrada do tecladista Bozo Barretti. A faixa-título, "Prova", "Autoridades" e uma regravação de "Descendo o Rio Nilo" levam a banda ao segundo Disco de Ouro.

Ainda em novembro do mesmo ano, por causa de seu contrato fonográfico, o Capital conquista o lugar de banda suporte para a turnê de Sting (ex-vocalista do grupo inglês The Police) e toca para 400 mil pessoas em todo o Brasil: São Paulo (Anhembi), Rio de Janeiro (Maracanã), Belo Horizonte (Independência), Brasília (Mané Garrincha) e Porto Alegre (Beira Rio). Foi a única banda brasileira a fazer tantos shows com um artista internacional e, em Belo Horizonte, houve ainda quem preferisse a performance do Capital à do Sting.

"Você não precisa entender", um disco dançante, foi lançado em meados de 88, incrementado pelos recursos eletrônicos e pelos metais, que deram ao Capital um aspecto de big band. Eles deixaram de lado as letras políticas dos LPs anteriores e investiram em letras nonsense, que falam de coisas diferentes.

Mas, uma semana antes do show de lançamento, no Canecão (RJ), Dinho sofreu um acidente de carro e por pouco a estréia não teve que ser adiada. Junto com o disco, foi produzido um vídeo que custou 11 mil dólares, feito com os melhores recursos mas ninguém viu, porque as grandes emissoras só veiculam clipes nacionais produzidos por elas. "Fogo", "A Portas Fechadas" e "Pedra na Mão" emplacaram nas rádios bem depois do lançamento do LP. Porém, para compensar todos os problemas, o Capital mudou de empresário, investiu em mais tecnologia nos shows, numa agenda bem organizada e num patrocinador.

Em setembro de 89, o Capital grava o quarto álbum, "Todos os Lados" e volta a fazer um rock eletrizante "digno de seu pioneirismo", como definiram os críticos. Na verdade, o disco deveria ter sido lançado em março de 1990. Mas, como foram convidados para tocar na segunda edição do Hollywood Rock, em janeiro, realizado em São Paulo e no Rio, o Capital antecipa o lançamento do LP e o sucesso dos hits: "Mickey Mouse em Moscou", "Belos e Malditos" e a faixa-título, "Todos os Lados".

Após ficar quase dois anos fora dos estúdios, o Capital sai da PolyGram, assina com a BMG Ariola e lança o quinto álbum, "Eletricidade", em 1991. Foram compostas 40 músicas para entrarem apenas 14 no disco. A reunião de "O Passageiro" (uma versão de "The Passenger", de Iggy Pop), da balada "Cai a Noite", da deliciosa "Kamikase", da dançante "Todas as Noites", com outras pérolas, são a prova de sua versatilidade. É o equilíbrio entre a tecnologia e o legítimo rock. Só deste disco foram realizados 200 shows. No mesmo ano, eles participam do Rock in Rio II.

O tecladista Bozo Barretti deixa o Capital Inicial em 1992 e no ano seguinte é a vez de Dinho sair da banda e seguir carreira solo.

Murilo Lima (ex-banda Rúcula) entra como novo vocalista e o Capital lança, em março de 94, o "Rua 47", um CD que é puro rock, também com os vocais do guitarrista Loro Jones. Em 1996, é lançado o CD "Ao Vivo", gravado em Santos (SP), que traz duas músicas inéditas.

Ainda em 96, chega ao mercado, pela PolyGram, "O Melhor do Capital Inicial", uma coletânea com os maiores hits da banda. Mesmo sem divulgação, o CD teve tiragem esgotada e já é quase Disco de Ouro (com 100 mil cópias vendidas).

Segundo a Home Page da banda na Internet, a constante execução das músicas nas rádios de todo o Brasil, graças aos pedidos dos fãs, é que mantiveram o Capital Inicial vivo.

Lançaram, pela Polygram, o CD " Capital Inicial Remixes", que traz versões dos maiores sucessos do Capital remixadas por DJs como Marcelo Mansur (o Memê), Cuca, Fábio Tabach e Rodrigo Kuster.

Assinaram, recentemente, um contrato milionário com a Abril Music, pelo Selo Excelente.

O investimento inclui a gravação de videoclipes caros e super bem produzidos. O contrato é de seis anos e a banda pode lançar até quatro discos. O primeiro deles acaba de ser gravado e mixado em Nashville - a capital country dos EUA - pelo renomado produtor David Z, que já trabalhou com Prince, Buddy Guy e Billy Idol.

"Atrás dos olhos", lançado em novembro de 1998 e a primeira música de trabalho, "O Mundo" , foram veiculadas em todas as rádios do País. Em BH, no primeiro dia de lançamento, "O Mundo" já estava entre as mais pedidas. Além desta, "1999" promete ser um grande hit. No LP "Todos os Lados", o Capital trouxe uma versão de "2001", dos Mutantes; neste novo trabalho, traz um cover de "Assim Assado", do primeiro disco dos Secos & Molhados.

Eles usaram muita tecnologia sem deixar que o disco ficasse eletrônico demais e, o mais importante, não deixaram de fazer o seu rock'n'roll. Sempre acreditaram na anarquia musical e foram fiéis a impresivisibilidade criativa. A banda continua com sua filosofia de tocar pelo prazer, ter uma boa relação com o público e escrever boas canções.

O Capital voltou com sua formação original: Dinho, Loro, Flávio e Fê e está fazendo vários shows por todo o País,  acompanhada do tecladista Aislan Gomes, 22 anos, mineiro, antigo fã do Capital. 


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17/07/2011

Promoção "Eu Quero Este Livro !!!"

Até 28 de Agosto de 2011

Olá, queridos leitores!

Em parceria com o blog Poesia em Si, será sorteado o livro "Saramago - Biografia" do autor João Marques Lopes.

Sinopse:

Esta é a primeira biografia de um dos escritores mais importantes da história da literatura portuguesa: Saramago ganha o prêmio Nobel da literatura, tornando-se o primeiro e único escritor de língua portuguesa a obter tal distinção. Escrita por João Marques Lopes, nela acompanhamos a vida de José Saramago, desde o seu nascimento na Aldeia da Azinhaga, Golegã e descobrimos toda a sua obra, desde as Crônicas d´ A Capital e do Jornal do Fundão, até o mais recente livro, Caim. 
 
Um episódio importante de sua trajetória é o veto à candidatura de "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" ao Prêmio Literário Europeu. Diante da negativa de Saramago, um obscuro subsecretário de Estado da Cultura do Governo Cavaco Silva desencadeia uma onda de contestação a qualquer censura à criação artística e contribuiu para a decisão do escritor de ir viver na ilha espanhola de Lanzarote, nas Canárias. 

Editora: Leya 
Autor: JOÃO MARQUES LOPES 
Ano: 2010   
Número de páginas: 248   

REGULAMENTO

* Cada leitor poderá  participar apenas com um perfil. 

Para participar da promoção, você deverá:  

  • Ser seguidor(a) do blog através do Google Friend Connect - localizado na barra lateral desta página.
  • Deixar um comentário em qualquer post do blog e, no final do comentário, informar a promoção "Eu quero este livro !!!".
  • Preencher corretamente o formulário até 23h59min do dia 28 de Agosto de 2011.  (o preenchimento do formulário será aceito somente  nos seguintes idiomas: português, inglês e espanhol)
  • O sorteio será realizado no dia 28 de agosto de 2011 as 15:00hs  
  • O resultado será divulgado no blog e o ganhador será comunicado através do email.  
  • O ganhador deverá entrar em contato até o dia 31 de agosto de 2011 nos informando todos os dados necessários (endereço completo) para o envio do livro. Caso isto não ocorra ou as informações estejam erradas, o ganhador será desclassificado e procederemos com um novo sorteio que será realizado em 04 de setembro de 2011 as 15:00hs.  
  • Exceto os colaboradores do blog, qualquer pessoa poderá participar, independente do país onde esteja residindo.
  • Ter um endereço de entraga fixo. Não serão aceitos endereços com Caixa Postal (PO BOX). 
  • O Livro será enviado pelos Correios através de correspondência registrada, e em seguida comunicaremos por e-mail o número do registro para monitoramento da entrega . 
  • Para endereços no território nacional, o prazo máximo de entrega poderá chegar a 30 dias, e para o exterior 60 dias.  
  • Em hipótese alguma nos responsabilizaremos por eventuais extravios por parte dos Correios. 

CHANCES EXTRAS

  • Assine o "Fique por Dentro": basta digitar seu e-mail e clicar em inscrever-se. Importante: Não esqueça de validar sua inscrição clicando no link que será enviado para o seu e-mail. Você passará a receber nossas atualizações de postagens. 

 

* Para concorrer às chances extras, você deverá preencher novamente o formulário de inscrição, alterando o campo Tipo de Participação para "Chance Extra"
 


ATENÇÃO ! 

    • Não se esqueça de preencher o formulário corretamente.
    • É proibida a participação com mais de um perfil. 
    • O sorteio será feito pelo Random.org
    • Período da promoção: 16/07/2011 até às 23:59hs do dia 28/08/2011


    FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO


    15/07/2011

    Monografia - Parte 4 - Desenvolvimento


    Desenvolvendo uma Monografia 

    Aprovado o Plano da Monografia, o aluno deve iniciar o seu desenvolvimento, sempre com a orientação do seu tutor e com cuidado, principalmente no que diz respeito ao cumprimento dos prazos estabelecidos pela instituição.

    O desenvolvimento da Monografia consiste na fundamentação lógica de um tema original cuja finalidade é expor, explicar, demonstrar as suas principais ideias, com objetividade, clareza e impessoalidade. De acordo com o tema, o desenvolvimento poderá ser dividido em partes (capítulos) conforme permite o assunto. O texto da monografia deve ter no mínimo 40 páginas e no máximo 65 páginas (somente na dissertação do tema, não contando capa, folha de rosto, etc), na formatação estipulada de acordo com as normas da ABNT. 

    1 - Estrutura de uma Monografia 

    Não existe uma divisão padronizada para a apresentação de uma monografia. No entanto, cabe ao aluno durante a construção de sua monografia definir o formato que mais resume as ideias pesquisadas. Por fim, sugere-se ao aluno pesquisador que organize a apresentação do conteúdo no menor número possível de partes e ainda, subdivida cada parte no menor número de elementos possível, evitando assim muitos títulos e pouco conteúdo. Segue abaixo um modelo básico de estrutura de Monografia. 


    1.1 - Elementos Pré-Textuais: São os elementos que antecedem o texto próprio da Monografia e constituem-se dos seguintes elementos:   Capa;Folha de rosto;Folha de aprovação;Folha de dedicatória (opcional);Folha de agradecimento (opcional);Folha de epígrafe (opcional);Lista de Ilustrações (opcional);Lista de abreviaturas e siglas (opcional);Resumo na língua pátria;Folha de sumário 


    1.2 - Elementos Textuais: É o próprio texto da Monografia e é formado pela Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. Abaixo estão algumas orientações sobre como estruturar uma Monografia. 
    • Introdução: Nesta parte da monografia deve ser definido de forma clara os seguintes pontos: 
      • Exposição do assunto: é a descrição do tema a ser tratado e a suacontextualização.
      • Problema de pesquisa: descrição do problema de pesquisa (ver orientaçõesdadas para o desenvolvimento do Plano de Monografia).
      • Justificativa para escolha do tema: explicar as razões de ordem teórica e os motivos de ordem prática que levaram o autor do trabalho a estudar tal tema específico e não outro qualquer, ou que torna importante a realização do mesmo. Portanto, deve-se mostrar a importância e a relevância do estudo deste tema para a ciência, para a sociedade e para o próprio autor do trabalho. Deve-se mostrar também qual a contribuição que o estudo realizadopretende proporcionar.
      • Objetivos geral e específicos: descrição dos objetivos da Monografia (ver orientações dadas para o desenvolvimento do Plano de Monografia).
      • Delimitação do trabalho: citar de modo claro, objetivo e preciso o tema do trabalho, indicando o ponto de vista sob o qual será enfocado no seu desenvolvimento. Na escolha do tema é necessário eleger uma parcela delimitada de um assunto, estabelecendo limites para o desenvolvimento da pesquisa pretendida. Ele deve ser suficientemente limitado para que seja realizável com os recursos e tempo disponíveis.
      • Metodologia de Pesquisa: deve apresentar o detalhamento de como foi realizada a pesquisa; esclarecer os caminhos seguidos para se chegar aos resultados pretendidos; esclarecer como foi selecionada a amostra, o percentual em relação à população estudada, os instrumentos de pesquisa utilizados (questionários, entrevistas, observações diretas, etc.), bem como, de que forma os dados foram tratados e analisados.
    • Fundamentação teórica: É a parte da monografia que descreve e discute a literatura existente e consultada sobre o tema proposto para a pesquisa, demonstrando o estágio de desenvolvimento do tema na atualidade. Estabelece o referencial teórico que dá suporte ao desenvolvimento do trabalho de pesquisa, com a indicação dos autores pesquisados. Assim, é necessário estabelecer as ligações entre a bibliografia consultada e a situação problema que o pesquisador pretende solucionar. É fundamental fazer citações e transcrições dos textos pesquisados.
    • Resultados da pesquisa de campo (se for o caso): É a parte da monografia que descreve a pesquisa empírica. Caso a Monografia envolva a pesquisa de uma realidade específica (uma organização, uma escola, uma cidade, um programa, pessoas, protótipos de tecnologias, etc.) deve-se nesta parte, descrever analiticamente os dados colhidos, analisando as informações obtidas através da pesquisa. É possível nesta fase contar com o apoio de recursos estatísticos e utilizar tabelas e gráficos baseados na tabulação dos dados. É importante estabelecer relações entre os dados obtidos, o problema de pesquisa e a fundamentação teórica.
    • Conclusão ou Considerações Finais: É a parte da monografia que apresenta de forma sintetizada os resultados obtidos com a pesquisa e se os objetivos estabelecidos foram atingidos. É importante ressaltar a contribuição da pesquisa para a ciência, a comunidade acadêmica, a sociedade e para o desenvolvimento da tecnologia. Por fim, apresenta as recomendações e sugestões finais.
    1.3 - Elementos Pós-Textuais: Nesta parte da monografia deve ser evidenciado os seguintes elementos: Referências, os Anexos (elemento opcional) e o Glossário (elemento opcional)
    • Referências: Elemento obrigatório. Consiste em uma lista, em ordem alfabética, das obras efetivamente pesquisadas e citadas no desenvolvimento da monografia. A lista não obedece a uma numeração, mas deve ser em ordem alfabética, em fonte Arial 12, e com o espaçamento simples entre linhas. Todas as referências devem ser alinhadas à esquerda da página. Nos casos de repetição de autor, o sobrenome deve ser substituído por um traço sublinhar equivalente a seis caracteres. De acordo com as normas da ABNT4, as referências variam conforme o tipo de documento. Veja os principais (ABNT NBR 6023:2002).
      • Livros: No caso de livros, além de nome e sobrenome do autor, nome da obra (em negrito), é preciso ainda informar a cidade de publicação, nome da editora, o número e o ano de edição do livro. Ex.:PHILLIPS, B.S. Pesquisa social: estratégias e táticas. Rio de Janeiro: Agir, 1974.
      • Jornais: No caso de usar material coletado de jornais, a maneira de referenciar muda. O que vem em negrito não é o título, mas o nome do jornal. Ex.: BAPTISTA, J. Mais de 8 mil motoristas aguardam decisão sobre recursos de multas. A Gazeta, Vitória, p. 4, 14 mai. 2005.
      • Revistas: Para referenciar material coletado de revistas, outras informações são necessárias, como o ano, o volume e o número do exemplar consultado. Neste caso, o negrito é para o nome da revista. Ex.: FORNAZIER, A. Navios maiores no Porto de Vitória. Pedras do Brasil, Vitória, ano 4, v. 1, n. 35, p. 48-49, 2007.
      • Eventos científicos: Se você participou de um congresso, fórum, seminário ou simpósio e gostaria de citar algo que foi dito durante uma sessão de apresentação de trabalhos, a referência sobre esse material deve incluir o nome do evento, a edição, o ano e a cidade em que foi realizado, além do título do evento: Ex.: SEGENREICH, S. C. D. Avaliando a aprendizagem colaborativa “on-line” na educação superior: novas contribuições do Fórum de Discussão e da Autoavaliação do Aluno. Trabalho apresentado durante o ENCONTRO VIRTUAL EDUCA BRASIL DE ESPECIALISTAS EM NOVAS TECNOLOGIAS, EAD E FORMAÇÃO CONTINUADA, São José dos Campos, 2005.
      • Informações verbais: Se você obteve uma informação importante para o seu trabalho durante um evento (congresso, fórum, palestra, aula) e se essa informação não foi apresentada/publicada como trabalho científico ou nos anais do evento, sendo apenas parte de uma palestra, uma discussão em grupo, não há formato para apresentar as referências desse material. Neste caso, você pode informar em nota de rodapé quem deu a informação (se não tiver feito isso no texto), onde (tipo e nome do evento, cidade em que foi realizado) e quando. Veja a seguir dois exemplos.
        • 1 - Conceito apresentado pelo prof. Jaime Roy Doxsey, na UNIDADE 2 da disciplina Antropologia Cultural para alunos de Psicologia da Universidade Federal do Espírito Santo, em 14 de outubro de 2004.
        • 2 - Discussão realizada durante o II Fórum Estadual de Meio Ambiente, realizado em Vitória-ES, em 5 de junho de 2004.
      • Materiais Disponíveis na Internet: As referências devem obedecer aos padrões indicados para materiais impressos. Entretanto, nas obras consultadas on-line, também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a última data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:. NOTA – Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes. Ex.: ALVES, C. Navio negreiro: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 de janeiro de 2002.
    • Anexos (elemento opcional): Inserção de documentos e materiais pertinentes à temática. Podem incluir os questionários e roteiros de entrevistas utilizados para o levantamento dos dados, leis, matérias de jornais, anais de eventos, etc.
    • Glossário (elemento opcional): É a lista, apresentada em ordem alfabética, de palavras especiais, de sentido pouco conhecido ou obscuro ou mesmo, de uso muito restrito, ou palavras em inglês acompanhadas de suas respectivas definições, usadas no desenvolvimento da monografia.

    Fique esperto:
    • A Internet tornou-se uma grande fonte para os pesquisadores, reunindo uma quantidade considerável de informações. É preciso ressaltar, no entanto, que, pela liberdade que oferece para publicar conteúdos, a Web exige que o pesquisador seja criterioso em suas pesquisas. Logo, para a construção de uma monografia devem ser utilizados sites de revistas e periódicos que possuem corpo editorial, sites de instituições governamentais, de institutos de pesquisa, de universidades e de bibliotecas virtuais que garantam a fonte e os autores dos textos publicados. 
    • O texto deve ser lido e interpretado e não apenas reproduzido. Assim como nas demais fontes bibliográficas (livros, periódicos e revistas impressas), é necessário fazer as devidas citações.

    Continua...

    Maiores informações em:
    


    13/07/2011

    Stone Sour - Rock In Rio 4 - 24/09/2011


    Stone Sour é uma banda de Hard Rock, dos Estados Unidos projeto paralelo de Corey Taylor e James Root, vocalista e guitarrista do Slipknot.
    A Banda Stone Sour foi originalmente formada por Josh Rand e Corey Taylor em 1992. Conheceram-se através de um amigo dos dois na época, conhecido como Danny, que apresentou Corey e seu vocal, assim tomando a decisão de formar uma banda. Josh entrou como guitarrista, não dando muito certo. Logo depois, Shawn entrou como guitarrista, mas Joel viu o seu talento quando o viu a tocar baixo, trocando de instrumento. 
    Esta época foi marcada pelas várias mudanças entre seus membros, até 1994, passaram mais de 10 guitarristas. Neste mesmo ano, Shawn tocava numa banda com James Roots, e convidou-o para ver um ensaio do seu projeto paralelo. Ele nao quis muito, já tinha ouvido algum material da banda no ano anterior, mas acabou por ir. Entretanto, entrou na banda, deixando o atomic opera de DesMoines. Em 1997, Corey saiu da banda para participar num projecto paralelo, Slipknot, e foi então que os outros se dissiparam em outras bandas. Em 1998, James também entrou para o Slipknot. Mas eles nunca declararam falência da banda, voltando em 2000, gravando seu primeiro CD Self-Titled (Auto Entitulado) Stone Sour - Stone Sour. A Origem do nome é estranha, eles nunca gostaram do nome, já tentaram outros nomes (Super Ego é um deles), mas de acordo com Josh, é um nome engraçado, e acabou pegando no gosto, querendo ou não. Stone Sour é uma bebida feita com uísque, um pouco de sumo de laranja e uma mistura ácida; foi o Joel quem encontrou este nome num menu, quando estava á procura de um nome pra banda. Em 2005, Joel (Baterista) deixa a banda, porque seu filho de acordo com exames médicos tem uma doença no cérebro, dando seu lugar para Roy Mayorga, ex Soulfly. 

    Maiores Informações em:

    Stone Sour Brasil


    10/07/2011

    Liberadade - Ainda temos ?



    O que é a liberdade ?

    Sugundo o dicionário Aurélio, liberdade significa "1 - Faculdade de cada um se decidir ou agir segundo a própia determinação. 2 - Estado ou condição de homem livre. 3 - Confiança, intimidade (às vezes abusiva)".

    Hoje no nosso país vivemos claramente um processo democrático, o que não deixa de ser uma liberdade, porém já tivemos perídos conturbados, como por exemplo o período da escravidão e mais recentemente o período da ditadura militar.

    Mas todos nós sabemos que diante dos fatos violentos que vem acontecendo recentemente, estamos "perdendo" esta liberdade. Sim, isto mesmo, ou você acha que é uma pessoa livre ao sair numa cidade depois das 22:00hs ? Quem é que não fica com medo da bandidagem correndo solta pelo mundo ? Isto mesmo meus amigos, hoje não temos mais aquela segurança de sair de nossas casas. Os bandidos que deveriam estarem presos, não estão. E os que estão, comando tudo de dentro das cadeias e presidios.

    Será que estamos voltando aos primórdios do tempo da escravidão ? Só que desta forma sem as temidas correntes que eram fixadas nos pulsos e pés dos escravos.

    Este assunto me fez pensar em uma história que li recentemente numa revista sobre uma garotinha que viveu horrores na segunda grande guerra mundial. 

    Anne Frank, foi uma judia obrigada a viver escondida durante a segunda guerra. Toda a sua família, e mais quatro pessoas, viveram 25 meses, num sótão em cima do escritório do pai dela, em Amesterdã, denominado como Anexo Secreto.



    Enquanto vivia lá, Anne escrevia em seu diário, a que ela deu o nome de Kitty. Escrevia o que sentia, pensava e o que fazia. Kitty era sua única amiga dentro do Anexo Secreto.

    
    Página do Diário de Anne Frank
    
    Os longos meses de silêncio e medo aterrorizante, acabaram quando sua família foi denunciada aos nazistas e deportada para os campos de concentração. Primeiramente Anne foi levada junto com a sua família para uma escola e depois para Westerbok, nos Países Baixos, antes de serem deportados para o leste da Europa.


    Campo de Concentração de Westerbok

    Em seguida Anne foi deportada para Auschwitz, juntamente com os pais, irmã e as outras pessoas com quem se refugiava na casa de Amsterdã  (hoje casa-museu). Depois levaram-na para Bergen-Belsen, juntamente com a irmã, separando-a dos pais.



    Campo de Concentração de Auschwitz

    Em 1945, Anne morre de  tifoo em Bergen-Belsen. A irmã, Margot Frank, tinha falecido também vítima do tifo e da subnutrição dias antes de Anne.

    Memorial à Anne Frank e sua irmã em Bergen-Belsen

    Sua morte aconteceu duas semanas antes de o campo ser libertado. O seu diário ficou guardado durante a guerra por Miep Gies e foi publicado pela primeira vez em 1947. O diário está atualmente traduzido em 67 línguas e é um dos livros mais lidos do mundo.

    O local onde a família de Anne Frank e outras quatro pessoas viveram para se esconder dos nazistas ficou conhecido como Anexo Secreto e tornou-se um famoso museu após a publicação do diário. Nesse há uma reprodução das condições em que os moradores do Anexo Secreto viviam e é apresentada a história de seus oito habitantes e das pessoas que os ajudaram a se esconder durante a guerra.


    Entrada do "Anexo Secreto"




    Um dos itens apresentados ao público é o diário escrito por Anne, que viria a se tornar mundialmente famoso após sua morte, devido a iniciativa de seu pai, Otto, de publicá-lo. Hoje, é um dos mais famosos símbolos do Holocausto.

    Dos oito habitantes do Anexo, o único sobrevivente após a guerra foi Otto, pai de Anne.


    Família de Anne Frank

    Bom, amigos, lembrando desta história verídica pergunto. Será que nós não estamos vivendo nos Anexos Secretos da vida ?

    Reflitam..